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27 de março de 2013

TEXTO: O Paradoxo do Nosso Tempo- George Carlin


Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.

Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.

Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.


George Denis Patrick Carlin Nasceu em Nova Iorque a 12 de maio de 1937. Foi humorista, e autor . Pioneiro, com Lenny Bruce, no humor de crítica social. A sua mais polémica rotina chamava-se "Sete Palavras que não se podem dizer em Televisão", o que lhe causou, durante os anos setenta, vários dissabores, acabando preso em inúmeras vezes que levou o texto a palco.
Participou em vários filmes e séries de TV. Dublou ainda filmes de animação.
Em 22 de Junho, 2008, Carlin deu entrada no hospital com dores no peito, vindo a falecer. Tinha 71 anos. Sua morte ocorreu uma semana após sua última apresentação no Orleans Hotel e Casino de Las Vegas. Seguindo seus pedidos, Carlin foi cremado e suas cinzas espalhadas sem qualquer serviço de homenagens publicas ou religiosas.

4 comentários:

Célio & Octa Lopes disse...

Isso não é do George Carlin ! "Um dos itens mais embaraçosos a tomar a Internet / através de e-mails é uma carga sentimental de merda chamada "O Paradoxo do Nosso Tempo". O principal problema que tenho com ele é que, tão certo como alguns dos sentimentos expressos podem ser, quem realmente se importa? Certamente não eu.

Eu descobri anos atrás, que a espécie humana está totalmente fodida e tem sido assim por um longo tempo. Sei também que os doentios meios da cultura consumista na América continua a fazer este " problema" pior. Mas o truque, gente, é não dar a mínima. Como eu. Eu realmente não me importo. Parei de me preocupar com toda essa besteira temporal, há muito tempo atrás. É sem sentido. (Veja o prefácio de "braindroppings.")

Outro problema que tenho com "Paradox" é que as idéias são todas expressas em um tom de voz espécie de pseudo-espiritual, Nova Era, "Puxa-vida-não-pode-se-fazer-melhor-que-isto" . Não é só prosa e poesia ruim, é filosofia fraca. Espero nunca soar assim. George Carlin

Anônimo disse...

EU ACHO QUE; ACHO NÃO TENHO CERTEZA, ESSA COISA CÉLIO &PCTA LOPES, DEVE SER UM TREMENDO FRUSTADO NA VIDA. ESSE CARINHA NÃO SABE O QUE É INTERPRETAÇÃO DE TEXTO, NA VOZ DE LOCUTOR DE RÁDIO E FICA DANDO SUAS PITACAS, COMO SE ESTIVESSE PIZANDO EM BOSTA DE GALINHA. SHOOOOOO MERDICA.

Anônimo disse...

Acho que frustados são vocês.



luis santos disse...

George Carlin muito enfaticamente negou que tenha tido nada a ver com "Paradox", uma peça ele se referiu como "uma carga sentimental de merda", e postou seus comentários sobre ser associado a este ensaio sobre o seu próprio web site.
O verdadeiro autor da peça não é George Carlin, Jeff Dickson, ou o Dalai Lama, nem ele é anônimo. Crédito pertence ao Dr. Bob Moorehead, ex-pastor da Igreja Cristã Overlake de Seattle (que se aposentou em 1998, após 29 anos no cargo). Este ensaio foi publicado sob o título "O paradoxo do nosso tempo", nas palavras faladas Apropriadamente, 1995 coleção de orações, homilias, e monólogos utilizados em seus sermões e transmissões de rádio do Dr. Moorehead:
http://www.snopes.com/politics/soapbox/paradox.asp

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