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16 de dezembro de 2015

PRESTAÇÕES DE CONTAS DO CASA DE CONVIVÊNCIA JOSÉ CAETANO PEREIRA




 CASA DE CONVIVÊNCIA JOSÉ CAETANO PEREIRA
CNPJ 22.633.254/0001-80





 BRAZÓPOLIS NOVEMBRO DE 2015
PRESTAÇÕES DE CONTAS
Agradecimento
A Casa de Convivência José Caetano Pereira, hoje personalidade jurídica, continua na mesma rota adotada inicialmente pela A. D. P. S. F. B., zelando por tudo que foi construído até aqui e mantendo coerência na quilo que se propôs inicialmente, uma gestão humanizada em beneficio dos acolhidos; cativos de si mesmos, pois não escolheram em estar na situação em que se encontram, ou seja, dependente de nós Diretores e Coordenadores da Casa e da Comunidade, que felizmente, sempre respondeu com serenidade e amor os nossos pedidos de ajuda.
Com foi destacado nas prestações de contas anteriores, os números falam por si só, a Casa de Convivência não sobreviverá apenas com os benefícios dos acolhidos. Noventa por cento dos benefícios é de um salário mínimo e deste temos, por Lei, que depositar 10% numa conta de poupança de alguns acolhidos e não podemos contar com as verbas de subvenção, pois não são perenes e com as dificuldades conjunturais do País, não sabemos se receberemos alguma coisa em 2016.
Temos garantido além dos benefícios dos acolhidos, os alugueis do prédio da escola CIC, arrendamento do pasto do cruzeiro e o espaço para antenas de sinais de internet, somados totalizam R$ 3.522,00/mês. Temos também o pagamento do consumo de água pelo Município, que goza de subvenção da concessionária e nada mais.
Destaco a participação dos Sócios que contribuem mensalmente com Casa, onde 95% das doações são em depósitos bancários em conta especifica para doações. O valor médio depositado até aqui foi de R$ 3.574,00/mês. As doações já foram maiores, infelizmente alguns sócios deixaram de contribuir devido aos boatos negativos contra a Casa; foram e continuam como boatos, ou seja, nada confirmado; mas ficou a ferida que estamos lutando para cicatrizar. Aproveitamos e solicitamos em nome dos Acolhidos, que todos voltem a contribuir e venham visitar a Casa de Convivência, ou seja, ver e comprovar o que já fizemos e o que ainda precisa ser feito.
Temos também a receita com venda de roupas e objetos no bazar, é pouco, mas vem somar aos demais recursos.
Conta para doações: Agência 1663-2, conta corrente nº 18.982-0, Banco do Brasil.
Esta em andamento o processo para obtermos o certificado de filantropia. Aproveito para agradecer a Câmara Municipal que esta empenhada em nos ajudar, já foi aprovada na seção do dia 17 de novembro a declaração de utilidade pública da Casa, primeiro passo para obtenção da certificação. Por força da Lei, teremos que aguardar mais seis meses para dar seguimento ao processo. Já temos o compromisso dos Sres. Vereadores, que assim que vencer o período de quarentena eles darão seguimento ao processo.
Vantagens proporcionadas pela Certificação de Filantropia:
1) Isenção do pagamento do INSS;
2) Receber doações de personalidades jurídicas, que podem abater dos impostos as verbas doadas às instituições certificadas;
3) Receber verbas de programas sociais dos governos federal, estadual, subvenções municipais e outros benefícios.

Apresentamos agora os Balancetes de agosto, setembro e outubro de 2015. Os dados foram extraídos das planilhas da Coordenação da Casa de Convivência. BALANCETE DE AGOSTO, SETEMBRO E OUTUBRO DE 2015
Verbas dos Benefícios e dos Alugueis
Reforço de Caixa
Mês
Receita de Custeio
Gastos custeio
Saldo
Déficit Mês
Piso Mineiro
Verba dos Sócios
Ago
40.439,46
51715,52
-11.276,06
-11.276,06
0,00
11.328,30
Set
45777,80
50749,31
-4.971,51
-4.971,51
0,00
5.223,15
Out
89192,77
63960,77
25.232,00
25.232,00
0,00
0,00









CREDITOS E DIVIDAS
Descrição
CRÉDITO
DÍVIDA
SALDO
Benefícios Bloqueados no INSS ( 02 cartões)
12.274,00
Saque Poupança dos Acolhidos (50% do saldo)
16.815,00
Ressarcimentos (judicial)
5.981,20
Verba de Doações usada para Custeio (D. Técnica)
50.000,00
Poupança ( Valor não depositado em 2014 e 2015)
21.415,00
Total
35.070,20
71.415,00
-36.344,80

Conclusão:
Reafirmando a informação do Relatório anterior, os déficits contabilizados mensalmente não foram maiores, porque o item alimentação, despesa média apurada nos 28 meses pesquisados, foi de apenas R$ 3.500,00 mensais, bem abaixo do real.
Levantamento recente do que é realmente utilizado (lista de produtos) mensalmente na elaboração das refeições, pão e leite, seria de R$ 10.700,00/mês. Portanto uma diferença de R$ 7.200,00 (67%) a mais nos gastos com alimentos efetivamente consumidos na Casa. Os alimentos foram e continuam sendo doados pela comunidade e não são contabilizados nos balancetes.
Em outubro os gastos com folha de pagamento se elevaram devido à demissão de uma funcionária, por motivos técnico/operacional, com desembolso extra (custeio) de R$ 10.313,00 e tivemos ainda aumento significativo de gastos na área de enfermagem.
Portanto os números falam por si só, ou seja, definitivamente, a casa não tem como se manter apenas com as receitas dos alugueis e dos benefícios dos acolhidos.
Motivo da demissão dos funcionários com pagamento de verba do Piso. Mineiro:
“Justifica-se a criação da Casa de Convivência José Caetano Pereira, frente à necessidade da regulamentação de diretoria própria com autonomia para decisões necessárias para o bom andamento dos trabalhos desenvolvidos com os acolhidos. A não participação da Prefeitura Municipal refere-se ao desconhecimento da administração de uma ILPI (Instituição de Longa Permanência de Idosos)”.
“Faz-se também em razão da Associação de Desenvolvimento e Promoção Social às Famílias de Brazópolis, conveniada da prefeitura, estar com outras ações em curso no município, impossibilitada de continuar na direção da Casa Convivência José Caetano Pereira”.
A Diretoria, administração e membros da comunidade estão e continuam empenhados e buscam a cada dia, novas alternativas na geração de novos recursos para manutenção da Casa, além dos já existentes, como as campanhas de coletas de alimentos, produtos de limpeza, vendas no bazar e contribuições dos sócios.
Romualdo Cintra – Vice-Presidente da Casa de Convivência. Brazópolis, 29 / 11 / 2015.

A LAMA DO MINÉRIO E O FIM DO RIO DOCE



Por Eduardo Aparecido Utimura e Isabelle Dias Carneiro Santos
  
Não é de hoje que vemos desastres ambientais acontecendo, sejam decorrentes diretamente da natureza, sejam da ação humana; estes últimos os mais corriqueiros nas últimas décadas. De alguns, a magnitude dos efeitos só é verificada ao longo do tempo; de outros, em geral de grandes proporções, as consequências são imediatas ou emergem num curto espaço de tempo, como o acidente  nuclear de Chernobyl em 26 de abril de 1986, na ex-União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, ou o caso brasileiro com o Césio-137, na cidade de Goiânia, Goiás, em 13 de setembro de 1987.
No presente século, tivemos o acidente na usina nuclear de Fukushima, no Japão, e o Katrina, nos Estados Unidos da América, e mais recentemente o desastre ambiental em Minas Gerais, na cidade de Mariana, com o rompimento de uma barragem da mineradora Samarco, a 10ª maior exportadora do Brasil, formada por uma joint venture entre a Vale e a BHP Billiton, maior empresa de mineração do mundo.
De tais fatos surge a indagação: Apesar dos tratados internacionais que versam sobre a proteção ao meio ambiente e da legislação brasileira, que traz, em sua Carta Magna, que “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo o dever de defende-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações” (Constituição Federal de 1988, artigo 225, por que tais desastres ainda acontecem e com tamanha envergadura?
O meio ambiente, pela nossa Lei Maior, é um bem de uso do povo e, pois, essencial para uma sadia qualidade de vida tanto para essa geração quanto para as futuras, de modo que devemos preservá-lo. O que vemos, na realidade, são, todavia, os interesses financeiros e a ganância por riqueza sobrepondo-se a esse bem essencial para a vida.
O ditado popular “É melhor prevenir do que remediar” não vem sendo observado pela humanidade e tampouco a legislação brasileira e tratados dos quais o Brasil é signatário têm feito cumprir essa necessidade de prevenção no que concerne à proteção ambiental.  Prova disso é que, após um desastre ambiental, não há “remédio”, mesmo indenizatório, que sane a ferida causada no meio ambiente e na população que é detentora desse espaço que deveria ser garantia de sobrevivência.
Qual seria o valor do meio ambiente e do Rio Doce? Quanto vale a vida humana? O capital deve sobrepor-se à preservação da biodiversidade? Estas são algumas perguntas que fazemos e que, apesar de sabermos algumas respostas, não obsta que processos fiquem anos na justiça sem uma solução definitiva aos danos causados e que, por vezes, são irreparáveis.
Vale aqui mencionar a professora Norma Sueli Padilha em sua obra Fundamentos Constitucionais do Direito Ambiental Brasileiro: “A Terra viva se aproxima de um estado crítico. Segundo já alertado por James Lovelock, sofre de uma febre acarretada pelo ser humano – O Planeta Terra está doente (Teoria de Gaia)”.
Os minérios que hoje estão na lama tóxica que percorre o Rio Doce nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo não “servem” para as empresas mineradoras envolvidas no desastre, todavia esse mesmo misto de minérios atualmente não só afeta a vida humana e de inúmeras outras espécies, mas põe em xeque a dignidade e a própria vida de milhares que do Rio Doce dependiam para o seu sustento e que agora se veem sem suas moradias, alimentação, agua potável. Seres que, além da dor da perda de bens materiais (móveis e imóveis), têm de conviver com as perdas sentimentais, em que se inclui a do seu/nosso MEIO AMBIENTE.

 Eduardo Aparecido Utimura: Acadêmico do curso de Direito da UFMS – Campus de Três Lagoas/MS. E-mail: eduardoaparecidoutimura@gmail.com  

Isabelle Dias Carneiro Santos: Docente do curso de Direito da UFMS – Campus de Três Lagoas/MS. E-mail: professoraisabellesantos@gmail.com


6 de dezembro de 2015

DECRETE O FIM DA QUEDA DO SEU CABELO COM ESTE REMÉDIO NATURAL DO TEMPO DA VOVÓ! VEJA…



 O cabelo é um ponto importantíssimo na estética do rosto.
Com a chegada da velhice, os fios tendem a cair, juntamente com a autoestima das pessoas.
Há quem apele para remédios químicos, mas eles costumam ser caros e pouco eficientes.
Muito diferente disso é a alternativa natural que trouxemos, uma receita bem antiga, do tempo da vovó.
Trata-se de uma máscara capilar riquíssima em nutrientes, como:
– Vitamina E, K, C, B1, B2 e B6
– Ferro
– Potássio
– Magnésio
– Fósforo
– Cobre
Já consegue imaginar os grandes benefícios dessas propriedades?
Além de combater a queda, a máscara natural também fortalece os fios.
Aprenda como se faz!
INGREDIENTES
1 banana
1 gema de ovo
1 colher de mel (orgânico de preferência)
Metade de um copo de cerveja escura
MODO DE PREPARO
Misture todos os ingredientes e bata no liquidificador por 40 segundos, até obter uma textura cremosa.
Em seguida, aplique na área desejada (na região da calvície), cobrindo com papel-filme para aquecer.
Depois de 2 horas, enxágue com água fria.
Faça duas vezes por semana, sempre deixando agir por pelo menos 2h, que é o tempo mínimo para começar a fazer efeito.

BRAZÓPOLIS INSTITUI REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL




O Prefeito João Mauro sancionou na tarde do dia 30 de novembro, a Lei Complementar nº 02 que dispõe sobre a instituição de regime próprio de previdência social dos servidores do município de Brazópolis.
Essa Lei é uma conquista para o funcionário publico municipal que usufruirá dos benefícios de uma aposentadoria segura e completa.



Divisão de Comunicação
Prefeitura Municipal de Brazópolis