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6 de dezembro de 2015

PROFESSORA MÍRIAM HONÓRIA DE FARIA LIMA, ESCOLA ESTADUAL INÁCIO JOÃO DE FARIA DE BRAZÓPOLIS/MG, RECEBE MENÇÃO HONROSA NO CONCURSO CULTURAL




Na semana passada, divulgamos os três grandes vencedores do Concurso Cultural 1,2,3 e Lácteos! Mas a verdade é que recebemos muitos trabalhos incríveis e eles também merecem nosso reconhecimento. Por isso, as Campanhas de Utilidade Pública abaixo receberão uma Menção Honrosa e serão premiadas com o livro “Viagem ao mundo dos micróbios”, de Samuel Murgel Branco, que será entregue para o professor que desenvolveu o trabalho com o trio de alunos.

Confira se a sua Campanha de Utilidade Pública está entre os destaques:

-       Teatro Alimente-se Bem, professora Graziela Moreira Soares Montorri, Escola Municipal Rui da Costa Val de Belo Horizonte/MG. Alunos: Arthur César de Jesus Ramos, Rychard Yan Carvalho de Oliveira e Israel Natã Gomes Araújo.

-       Qual é a importância dos Lácteos?, professora Edvânia Moura, Escola Dom Bosco de Tabira/PE. Alunos: Gutemberg Oliveira Gomes, Lucas Gregório Morais Oliveira e Pedro Rocha Menezes

-       Os Lácteos, professora Nelci Lourdes Back Oliveira, Instituto Estadual de Educação São Francisco Xavier de Porto Xavier/RS. Alunos: Lara da Rosa Zimmer, Ana Carolina Veitmeier e Luiza Diel Likes

-       A importância dos Lácteos, professora Míriam Honória de Faria Lima, Escola Estadual Inácio João de Faria de Brazópolis/MG. Alunos: Pedro Pábulo Bordinhon, Victor Hugo Chaves da Fonseca e Felipe Bordinhon Bernardino

-       Lácteos, professora Edvânia Moura, Escola Dom Bosco de Tabira/PE. Alunos: Maria Luysa Salvador Araujo, Yasmim Ferreira da Silva e Thales Freitas Amorim.

-       Jornal Bem Viver, professora Nelci Lourdes Back Oliveira, Instituto Estadual de Educação São Francisco Xavier de Porto Xavier/RS. Alunos: Lucas Gabriel Kosvalski, Lucas Guilherme Siqueira e Felippe Figueiredo Boff.

-       A importância dos Lácteos, professora Raquel de Souza Franco, Escola Municipal José Mamud Assan de Poços de Caldas/MG. Alunos: Ligia de Oliveira Maciel, Sarah Cristina da silva Ferreira e Maria Eduarda Tiago Gaspar.

-       Cuidando da Nossa Saúde, professora Raquel de Souza Franco, Escola Municipal José Mamud Assan de Poços de Caldas/MG. Alunos: Mateus Cândido da Silva, Geovanna Cristina Vilas Boas e Luana Lourenço Luciano.

-       Texto Alimentação Saudável, professora Graziela Moreira Soares Montorri, Escola Municipal Rui da Costa Val de Belo Horizonte/MG. Alunos: Gustavo Henrique Silva Gomes, Wederson Eduardo dos Santos e Isaac Scárdua do Nascimento.



Acompanhem as notícias sobre o Concurso Cultural 1,2,3 e Lácteos aqui no blog – em breve divulgaremos uma nova lista de trabalhos que irão receber a Menção Honrosa.

VILA VICENTINA DE BRAZÓPOLIS PRECISA DE SUA AJUDA! COLABORE!


5 de dezembro de 2015

Polícia Militar trabalhando por você!






Conheça seus direitos no relacionamento com a polícia

Quando uma pessoa comete um crime, ela é acusada pelo Ministério Público ao Poder Judiciário, e este será o responsável pelo seu julgamento e por determinar a pena que ela cumprirá, caso seja condenada. Apenas um juiz pode ordenar a prisão de alguém ou autorizar a entrada de um policial em uma residência, se não for o caso de flagrante delito.

O flagrante delito é quando o criminoso é pego pela polícia no momento em que está cometendo o crime, ou quando a polícia chega ao local, logo após o crime acontecer, e ali encontra   alguém que os vestígios indicam ter sido o autor do delito. O flagrante também ocorre quando o criminoso é perseguido após executar o crime. Só nestes casos a polícia pode prender sem autorização judicial.

Como os policiais são responsáveis pela segurança pública, em alguns casos eles podem utilizar a força, em nome do Estado, para realizar seu trabalho. Mas o uso da força deve seguir as regras estabelecidas em lei, e não pode violar os direitos dos cidadãos. Quando um policial abusa da autoridade que tem, pode ser denunciado à Corregedoria da Polícia à qual está subordinado, ou então ao Ministério Público, que também tem a atribuição de  investigar denúncias feitas contra policiais.

Para esclarecer as pessoas sobre seus direitos e deveres no relacionamento com os policiais, a 2ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF, que trata de assuntos criminais e do controle externo da atividade policial, elaborou a cartilha “Diretrizes para uma Polícia Cidadã”.

DE ACORDO COM A CARTILHA, SÃO DIREITOS DOS CIDADÃOS NO RELACIONAMENTO COM POLICIAIS:

     Ser tratado com respeito.
     Não ser agredido verbalmente.
    Não ser coagido a confessar a prática de um crime.
    Permanecer em silêncio durante seu interrogatório.
     Identificar o policial que o aborda ou que o atende em uma delegacia de polícia.
    Não ser conduzido à Delegacia de Polícia pelo simples fato de não estar portando cédula de identidade ou qualquer outro documento de identificação.
    Ter sua integridade física preservada, ainda que tenha acabado de cometer um crime grave. Quando uma pessoa acaba de cometer um crime (flagrante delito), o policial possui a obrigação de prendê-la e conduzi-la imediatamente à Delegacia de Polícia. Caso a pessoa resista à prisão, o policial tem o dever de empregar a força necessária para fazer cessar a resistência e efetivar a prisão.
    Não ter sua casa invadida indevidamente, sem sua autorização ou mandado judicial. Contudo, um policial pode entrar na casa de uma pessoa, mesmo sem autorização, para prestar socorro a alguém, em casos de desastre, ou para prender criminosos que estão cometendo ou acabaram de cometer um crime e procuram abrigo em alguma residência. Se o policial tiver uma ordem judicial, ele poderá entrar na casa autorizada apenas durante o dia.
    Não ser submetido à abordagem e à revista na rua sem existência de suspeitas fundamentadas que levem o policial a desconfiar da conduta da pessoa.
    Sempre que possível, as mulheres serão revistadas por policiais do sexo feminino.
     Ser encaminhado, imediatamente, ao Instituto Médico Legal (IML) para fazer exame de corpo de delito quando apresentar qualquer tipo de lesão provocada por terceiros.
    Ser atendido em Delegacia de Polícia. Caso a autoridade policial entenda não ser o caso de registrar a ocorrência e o cidadão discorde desta posição, ele pode anotar o nome do policial que recusou registrar ocorrência e procurar as Corregedorias da Polícia Federal, Civil, Militar ou Rodoviária Federal, ou ainda o Ministério Público, para as providências cabíveis.

          Policiais possuem o direito de ingressar em cinemas, bares, restaurantes, boates e
em outros estabelecimentos comerciais, quando em missão de serviço e para realizar
atividades ligadas ao exercício da função. Este direito não se estende aos eventuais
acompanhantes dos policiais. Mesmo no exercício da função, policiais devem identifi car-se como tal e também devem pagar pelos produtos que consumirem. Fora do exercício da
função, policiais não possuem direito de furar filas e não pagar ingressos: esta conduta,
conhecida como “carteirada”, configura infração funcional. Caso o responsável pelo
estabelecimento entenda que a conduta do policial é abusiva, ele possui o direito de
anotar a identificação do policial e posteriormente questionar a legalidade da diligência
perante a Corregedoria respectiva ou perante o Ministério Público. Eventual retaliação
por parte dos policiais decorrente do exercício deste direito de questionamento configura
abuso de autoridade.
Qualquer pessoa que se sentir desrespeitada pelas atitudes ou palavras de um policial militar ou civil pode levar sua queixa ao Ministério Público Estadual, nas Promotorias de Justiça. Quando a queixa for contra um policial federal, ou rodoviário federal, o órgão a procurar será o Ministério Público Federal, na sede das Procuradorias da República em cada estado.

32º FESTIVAL DE NATAL EM BRAZÓPOLIS


1 de dezembro de 2015

Minha turma da 8ª série


CARTAS AO PAPA - Renato Lobo



Querido Francisco,

Você tem a mesma idade do meu pai. E é admirável como vocês dois sobem e descem morros: ele, no sítio dele, você, no seu – ao redor do mundo. É admirável como vocês dois envelheceram articulados nas ideias que defendem e na argumentação que apresentam. Seus olhos riem quando a boca ri. Isso é um bom sinal: vocês são verdadeiros. A verdade não envelhece nem perde a capacidade de rir.

Curiosamente, meu pai tem o mesmo nome de seu antecessor. Para o bem do mundo e o meu, nenhum de vocês dois capitularam diante das exigências de mudanças, não copiaram repertórios desusados nem vestiram pensamentos de brechó. Ufa!

Mas, Francisco, ando percebendo você cansado. E me pego pensando que, nem se você nascesse de novo, e papa, desde o primeiro choro, nem assim, haveria tempo para tudo o que você pretende, e para o qual o teatro da História só lhe reservou as últimas cenas. Deus queira – aliás, o maior interessado deveria ser ele! – que você ainda roube muitas cenas dessa peça. Desejo-lhe tempo.

Mas quanto? E quanto seria necessário?

Você carrega o fardo e a culpa dos sobreviventes. Cada um deles se pergunta, por que eu e não o outro? A instituição que você representa também é sobrevivente, e se apega a si mesma como causa e raiz de sua própria manutenção. Isso faz dela uma refém dos poderosos, solitária num mundo solitário, falando sozinha, distribuindo o que não tem a quem não quer.

Imagino sua solidão!

Você se meteu na enrascada de reformar uma casa muito velha. O terreno é bom, aproveite, dá pra construir edifício sólido. Novo. Mas, esse, olhe, até que o material não era dos piores. Os engenheiros é que calcularam mal, andaram trocando material bom por outro, bem inferior. Você sabe o risco que corre de emendar tecido novo em roupa velha, não sabe? Pois é, eu sei, é o tempo. Como ele é cruel. Falta tempo. Às vezes, sinto que me falta, também.

Há tanto por ser reescrito!

Chama a atenção o quase nulo interesse dos seus teólogos pelos condicionamentos históricos e determinantes políticos sob os quais foram elaborados os dogmas que você tem de defender. Os mais importantes foram redigidos em concílios convocados e presididos pela gente do poder. O problema não é o que eles dizem, mas o que eles omitem. Se levarmos em conta que bispos e papas foram privilegiados com benefícios legais, sociais e econômicos, e que aquela igreja passou, em questão de anos, da condição de perseguida para a de privilegiada, não é difícil fazer ideia da influência que os poderosos, seus critérios e suas preferências tiveram na hora de definir, exatamente, o quê aquela igreja iria acreditar.

Seja o que tenha ocorrido, naqueles tempos, o fato é que a verdade cristã foi redigida de forma a que os grandes do mundo não se sentissem mais incomodados com ela. Fazer a definição de quem foi Jesus coincidir com ideias e interesses do poder político-econômico, não pode dar no mesmo que fazê-la coincidir com as ideias e interesses do povo simples, submetido e espoliado pelo mesmo poder.

Não dá a impressão de que o dogma cristão nasceu para beneficiar magnatas e notáveis, os que mandavam e oprimiam? Não será por isso que as primeiras elaborações apareceram em categorias metafísicas e não em categorias históricas? Definir que o Nazareno da Galileia era um prosopon homoousios tou Patrou não fez grande diferença na vida das pessoas comuns. Mas saber que ele terminou como um subversivo da ordem, num suplício que tinha a finalidade específica de lhe arrancar a honra e a dignidade, não deixava de ser perigoso. Não é?

Querido papa, ensine sua igreja a ler os sinais dos tempos. A História não envelhece, porque vive se repetindo.

Mesmo no meio de todo mundo, Imagino sua solidão.

Posso continuar escrevendo?

Sempre seu.

Café comigo- Otília Noronha


MEU PROFESSOR INESQUECÍVEL! - Fátima Noronha

Não tenho um professor ou professora inesquecível. Tenho lembranças inesquecíveis:

A meiguice da D. Clarice Gonzaga, minha primeira professora no jardim, onde lavávamos as mãozinhas pra merendar...

A dedicação da D. Helena de Paula com quem aprendi a escrever, conheci Cecília Meireles e os tamanquinhos toc...toc... ou a bailarina...Ou isto, ou aquilo!

Já mais velha, no colégio, nos “despejaram” vários professores. Cada um com seu método, cada um com seu jeito de ser, com seu bom ou mau humor...

D. Georgina enxergava pouco, ouvia muito. Fumava em sala (naquele tempo podia) e a fumaça entrava pelas nossas narinas enquanto aprendíamos o cateto da hipotenusa (coisa horrível!) . Brava com alguns e carinhosa com outros...Gênio da Matemática!

D. Regina Brito, a mestra amiga... Membrana, citoplasma e núcleo foi o que restou de tudo que aprendi ... Preferia jogar vôlei com ela!

Régis Noronha, paciente, exigente, inteligente, com seu português “impecável” apresentou-me Olavo Bilac ouvindo estrelas e o Machado de Assis com as memórias póstumas e o coitado do Dom Casmurro...

Professor Celso Moraes, sério, carrancudo e com “the book on the table” e um silêncio cadavérico na sala.

D. Adolfina ensinando música...dó, ré, mi... e o hino nacional cantado com a mão no coração...

D. Leonídia mandando fazer 50 abdominais...contando de 10 em 10 fazia rapidinho (e ela nem notava).

Foram tantos... há tanto tempo...

Mas uma coisa lembro-me sempre: Agradecer a Deus por existirem pessoas como eles que, apesar das dificuldades, do mau salário, da falta de reconhecimento, estão ainda fazendo o seu melhor!

Obrigada meus mestres queridos. Vocês fizeram a diferença em minha vida!

Que Deus abençoe os mestres de ontem e de hoje!!!