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4 de setembro de 2013

SIMPLES REFLEXÃO - Benedito Marcondes


Diz o velho provérbio: “nem tudo que reluz é ouro”. Também o valor do homem não se mede pela robustez de seu físico ou pela opulência, mede-se pelo seu caráter, assim como as flores pelo seu perfume. Sendo o caráter a expressão do sentimento, os psicólogos  distinguem-nos em  superior e inferior. Os homens de caráter superior, sejam quais forem suas posições sociais, manifestam logo ao alvorecer dos anos pela conduta irrepreensível, pelas atitudes elevadas, por uma moral sã e uma consciência impecável. Trabalham sempre com o olhar voltado para o alto com o pensamento elevado pela fé, e preocupados em realizar algo de útil, que venha servir ou contribuir para a felicidade do próximo. Praticam a religião e a caridade sem interesse somente esperando a recompensa futura que Deus jamais negará àqueles que pautam a vida pelos preceitos dos dogmas divinos. Espalham o amor e o bem entre amigos e inimigos, aos oprimidos pelos poderosos e aniquilados pela miséria, confortam com palavras os revoltados com as injustiças sociais indicando-lhes os meios com que possam suavizar as suas dores íntimas. Combatem sem rebuços as doutrinas materialistas pregadas por Voltaire, Renan e Marx, tão divulgadas ultimamente pela camorra de Moscou, propagam as de Sócrates e as de Cristo defendendo as ideias espiritualistas contemporâneas como antídoto contra o mal que corrompe a alma. Prestam estes abnegados nesta hora em que a civilização está numa encruzilhada, extraordinários estímulos aos espíritos indecisos e incapazes de por si assumir claras atitudes em face da onda bolchevizante que se avoluma.
                Assim agem os homens  que possuem um caráter nobre, dignos dos aplausos da humanidade e das bênçãos de Deus. Em sentido contrário agem aqueles que se animalizam pelo seu caráter inferior: são os covardes que contaminam com as suas mazelas a sociedade, arrastam-se ao nível das sarjetas  pela degradação moral, por onde passam deixam vestígios  inapagáveis de crueldade, disseminam a dor, destroem a fé nos corações, acirram o ódio, ceifam vidas, forjam escândalos e caluniam os inocentes! Caminham obstinadamente para o abismo da abjeção porque desprezam este sábio ensinamento de Cristo – “Eu sou a luz do mundo, o que me segue não caminha nas trevas”. 


Benedito Marcondes de Carvalho nasceu em São Bento do Sapucaí/SP em 13 de fevereiro de 1902. Era filho de Joaquim Marcondes de Carvalho e Maria Cândida Renó e irmã da saudosa Maria José Carvalho Noronha (D. Cotinha), viúva de Agenor Braz Noronha. Casou-se em Brazópolis com Benedita Brito Marcondes (D. Coca), filha de Manoel Barbosa de Brito Júnior e Bernardina de Miranda Brito. Tiveram os filhos José Marcondes Brito de Carvalho, Maria Aparecida Carvalho Brito, Maria de Lourdes Brito Carvalho, Benedito Brito de Carvalho e aria Vicentina Brito de Carvalho.
Passou sua infância em São Bento e ainda jovem mudou-se para Brazópolis. Era apaixonado pela literatura em geral.  Foi redator do jornal “Brazópolis”.
Foi comerciante em Brazópolis por muitos anos e também  Gerente do Banco da Lavoura. 
Ocupou o cargo de tesoureiro da Liga Católica de Jesus, Maria e José. Foi, por muitos anos, filiado ao PSD.
Em 1956 mudou-se com a família para Itajubá, onde faleceu a 26 de outubro de 1980.

Fonte: Livro "Escritores de Brazópolis"

A Brazópolis - Glorinha Faria

Sinto-me privilegiada
De ter nascido em Brazópolis
Recanto onde tudo é beleza
E se vive as maravilhas da natureza

O céu de minha terra é mais azul
O sol brilha com tamanha intensidade
O ar tão puro que é convidativo
A lua cheia, feita de sonhos e saudades

Doces manhãs impregnadas de magia
O véu de neblina por sobre os casarios
O passaredo feliz, em bando com seus gorjeios.
Fazendo algazarra sobre a mata frondosa

Praças de jardins floridos
Com cheiro de terra molhada
À sombra dos arvoredos, antigos bancos,
Um convite aos casais apaixonados

Brazópolis, torrão querido de encantos mil
Cidade construída entre verdes montanhas
Inspiração dos poetas e seresteiros
És o orgulho do meu Brasil!

SUS oferece vacina contra catapora a partir deste mês



De acordo com o Ministério da Saúde, a tetra viral - uma atualização da tríplice viral - irá imunizar contra caxumba, sarampo, rubéola e varicela
GABRIELA VIEIRA - Agência Estado

A partir deste mês o Sistema Único de Saúde (SUS) passa a oferecer a vacina contra catapora no calendário nacional de vacinação. De acordo com o Ministério da Saúde, a tetra viral - uma atualização da tríplice viral - irá imunizar contra caxumba, sarampo, rubéola e varicela, mais conhecida como catapora. Até hoje, a imunização gratuita contra a doença era feita apenas em casos de surto. Uma dose na rede particular de saúde custa, em média, R$ 150.

A nova vacina será aplicada em duas doses: a primeira quando a criança completar um ano e a segunda aos quatro anos de idade. A incorporação da doença ao Programa Nacional do Ministério da Saúde foi possível a partir de uma parceria firmada com um laboratório privado britânico, em agosto do ano passado, que permite a produção nacional da tetra viral.

Segundo a pasta, por ano cerca de 11 mil pessoas são internadas pela doença. Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, a nova vacina poderá evitar mais de 160 mortes a cada ano.
Fonte:

EVD - 4ª Feira - Pe. Luiz Cesar Moraes



PAZ E BEM! DEUS ABENÇOE SEU DIA E O DO SEUS....
 
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 4,38-44

Naquele tempo, Jesus saiu da sinagoga e entrou na casa de Simão. A sogra de Simão estava sofrendo com febre alta, e pediram a Jesus em favor dela. Inclinando-se sobre ela, Jesus ameaçou a febre, e a febre a deixou. Imediatamente, ela se levantou e começou a servi-los. Ao pôr do sol, todos os que tinham doentes atingidos por diversos males, os levaram a Jesus. Jesus colocava as mãos em cada um deles e os curava. De muitas pessoas também saíam demônios, gritando: 'Tu és o Filho de Deus.' Jesus os ameaçava, e não os deixava falar, porque sabiam que ele era o Messias. Ao raiar do dia, Jesus saiu, e foi para um lugar deserto. As multidões o procuravam e, indo até ele, tentavam impedi-lo que os deixasse. Mas Jesus disse: 'Eu devo anunciar a Boa Nova do Reino de Deus também a outras cidades, porque para isso é que eu fui enviado.' E pregava nas sinagogas da Judeia.

Palavra de Salvação

Que saibamos como Jesus também a nos retiramos para ter momento de intimidade com o Pai, principalmente em ouvir o que Ele tem a nos dizer, e é só no silêncio que somos capazes de ouvi-lo.

Meu AOB!  

Pe. Luiz Cesar Moraes – Pároco da Paróquia de S. Caetano e Sant’Ana- Brazópolis/MG

FOTO: DESFILE ANIVERSÁRIO DA CIDADE - 1967















CURIOSIDADES SOBRE O HINO NACIONAL BRASILEIRO

 A Letra do Hino Nacional Brasileiro demorou  91 anos para ficar pronta!


Em 1831, D. Pedro I anunciou que deixava o trono para o filho e voltaria a Portugal. Foi a oportunidade que o músico Francisco Manuel da Silva esperava para apresentar sua composição. Pôs a letra de Ovídio Saraiva e o hino foi cantado em 13 de abril, na despedida de D. Pedro I. Durante algum tempo o hino teve o nome de Hino 7 de abril, data do anúncio da abdicação. Os portugueses consideraram a letra ofensiva a eles, por isso ela foi esquecida, mas a partitura passou a ser executada em solenidades públicas a partir de 1837. Para comemorar a coroação de D. Pedro II, a música recebeu novos versos, de autor desconhecido, e passou a ser considerada o Hino do Império. Era também tocada no exterior sempre que o imperador estivesse presente. Francisco Manuel ficou famoso, mas o Brasil continuava com o hino sem letra. Com a República, em 1889, o governo provisório fez concurso para o novo hino.
Foram apresentados 29 hinos e a comissão julgadora selecionou 4 para a final. Uma banda e um coro de 30 vozes regidos por Carlos de Mesquita executaram as finalíssimas. O mais aplaudido foi o do maestro Leopoldo Miguez, também escolhido pela comissão julgadora. O presidente Teodoro da Fonseca e quatro ministros deixaram o camarote oficial e voltaram em seguida com um decreto que conservava a música de Francisco Manuel como hino nacional. Mesmo sem a partitura a orquestra tocou a música e a platéia delirou. Mas o hino continuava sem letra.
Só em 1909 apareceu o poema de Joaquim Osório Duque Estrada. Não era ainda oficial. Tanto que 7 anos depois ele era obrigado a fazer 11 modificações.
O presidente Epitácio Pessoa declarou a letra oficial no dia 6 de setembro de 1922. Francisco Manuel tinha morrido em 1865 e o maestro cearense Alberto Nepomuceno fez a adaptação na música.
Finalmente, depois de 91 anos, nosso hino estava pronto!

(Fonte: Almanaque Brasil-Abril/2001)


Deve-se ou não aplaudir o Hino Nacional?

Você é quem sabe. Se quiser aplaudir, aplauda.
A verdade é que não existe nenhuma norma ou regra que proíba o aplauso depois que o hino for tocado.
Tudo o que a legislação prevê sobre o assunto está escrito na Lei 5 700 de 1º de setembro de 1971. Ela traz uma recomendação bem genérica, instruindo que a apresentação dos símbolos do país - a bandeira, as armas nacionais e o hino - exigem "atitude respeitosa" dos cidadãos. "O aplauso é uma manifestação pública, não é uma falta de educação e nem de respeito.
Portanto, não há nada que impeça o público de aplaudir a execução do hino.
Essa história de que não se pode aplaudir o hino ganhou força nas escolas.
Hoje, apenas os mais tradicionais acham falta de educação aplaudir o hino - ainda assim, apenas nas cerimônias mais formais, como antes da entrega dos diplomas em uma formatura, por exemplo. Mas, na maioria dos encontros públicos, como shows, comícios e jogos de futebol, o público costuma se empolgar depois do "pátria amada, Brasil.
Pode bater palmas que tá liberado!


 

3 de setembro de 2013

SEXTANEJA NO BOTEKO MÁGICO!


DESFILE ANIVERSÁRIO DE BRAZÓPOLIS - 1978





Fotos de Nilda Oliveira Reis

PARABÉNS, MINHA TERRA DE PAZ - Ana Paula Santos Silva

Sentar nos bares da Praça com os amigos,
Jogar conversa fora até altas horas da madrugada.
Não conseguir parar sentado de tantas vezes que levanto pra abraçar um amigo que há tempos não vejo.
Bom dia, boa tarde, boa noite, oi... isso tudo a gente diz pra todos.
A paz, o céu azul, a tranquilidade...
As fofocas, os boatos que agitam todos...coisas de terra pequena que todos se conhecem.
Sair pelas ruas de madrugada, cantando com os amigos, sem correr perigo.
Ver estrela no céu mais lindo do mundo.
Não precisa ter festa. Nós fazemos a festa!
Brazópolis, com Z ou com S, te amo demais!
Parabéns, minha terra de paz!
                                 

PARABÉNS, MEU IRMÃO!



Querido Agenor Eugênio,

Você, para mim,  é mais que irmão, é um amigo, um grande companheiro, que sempre se faz presente e me amparou nos momentos difíceis.
Palavras são poucas para agradecer tudo o que você  já fez por mim.
Obrigada pela sua amizade meu irmão. Você é uma pessoa linda e peço a Deus que estejamos cada vez mais unidos com muito amor, amizade e muita confiança.
Que seus caminhos permaneçam sempre iluminados, para que você possa continuar a iluminar também aqueles que têm a oportunidade de trilhar com você, um trechinho desta longa jornada!
Você merece tudo de  melhor que há neste mundo!

E em nome de todos quero lhe dizer que  poderá sempre contar e confiar em nós, seus irmãos,  pois somos um por todos e todos por um.
Você tem sido um irmão especial, maravilhoso, sempre presente e em todas as preces que faço, peço a Deus   para proteger seu caminho, cuidar de você, e o faça continuar sendo sempre esse homem íntegro, maravilhoso, forte, bondoso e muito, muito   amado por todos nós.

Estaremos sempre unidos ao seu lado para o que der e vier. Seremos cúmplices, fiéis e amigos verdadeiros, pois não importa o que aconteça estaremos juntos em qualquer situação.


Feliz Aniversário, meu querido irmão!
Amamos muito você!
Seja muito Feliz...