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2 de setembro de 2013

Por amor, primeiro ídolo corintiano roubou o próprio clube - Bruno Hoffmann



 1º de setembro - dia do Corinthians

 A história entrou para o folclore do futebol: numa partida entre Corinthians e Palestra Itália, atual Palmeiras, o atacante corintiano Neco se irritou com o goleiro adversário e ameaçou agredi-lo com o cinto que segurava os calções dos atletas à época. O jogador morreu jurando que apenas tirou o cinto para ajustá-lo melhor, mas o caso ajudou a acirrar a maior rivalidade do futebol paulista.

Neco é o jogador que por mais tempo vestiu a camisa do Corinthians. Entre 1913 e 1930 foi o ídolo maior do time. O atacante marcou 235 gols e ajudou a equipe a ganhar seus primeiros oito títulos paulistas. Se deu cintadas ou não, o fato é que quase sempre arrumava confusão com os palestrinos. Uma vez, um diretor alviverde tentou suborná-lo para o Corinthians perder. Ele fingiu aceitar o acordo, mas marcou os gols que decretaram a vitória corintiana. E ainda gastou o dinheiro em cerveja com os amigos do clube.

De tão apaixonado, chegou a “roubar” o clube por amor. Em 1915, o Corinthians estava ameaçado de fechar e ter seus bens penhorados. O atacante então buscou todo o patrimônio possível e escondeu em sua casa. Merecidamente, foi o primeiro jogador a ganhar um busto na sede do clube. Também integrou a seleção brasileira em sua primeira conquista, o Sul-Americano de 1919.

Com a fila sem títulos do clube, iniciada em 1954, Neco sofreu demais. Temia nunca mais ver o amado Corinthians ser campeão. E foi o que aconteceu. Morreu em 1977, quatro meses antes do time ganhar da Ponte Preta e sair da fila de 22 anos sem títulos.

Fonte: Almanaque Brazil

Marilena Chaui, grande filósofa e pensadora da Filosofia Brasileira visita Brazópolis



Esteve em visita a Brazópolis, hospedada do Sítio Colibri, de Reginaldo Cano, juntamente dom sua filha Luciana, uma das grandes filósofas e pensadoras da Filosofia Brasileira, ex-Secretária Municipal de Cultura de São Paulo, de 1989 a 1992, Marilena de Souza Chaui  nasceu na cidade de São Paulo, no dia 4 de setembro de 1941. Ela é filha do jornalista Nicolau Chauí e da professora Laura de Souza Chauí.

Atualmente Chauí é historiadora de filosofia brasileira, Professora de Filosofia Política e História da Filosofia Moderna da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – a FFLCH-USP.

Respeitada não apenas por sua obra acadêmica, mas também pela intensa e frequente ação no âmbito intelectual e político brasileiro, ela é também integrante do Partido dos Trabalhadores.
Seu livro O que é Ideologia, publicado pela Editora Brasiliense, na Coleção Primeiros Passos, foi recorde de vendas, alcançando a cifra dos cem mil exemplares vendidos.

Marilena é Presidente da Associação Nacional de Estudos Filosóficos do século XVII, Doutora Honoris Causa pela Universidade de Paris VIII e Doutora Honoris Causa pela Universidad Nacional de Córdoba, da Argentina. Atualmente ela desenvolve uma pesquisa sobre A elaboração espinosana de uma ciência dos afetos – ruptura com a tradição da contingência e afirmação da necessidade, dentro da Faculdade de Filosofia da USP.
“Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se buscar compreender a significação do mundo, da cultura, da história for útil; se conhecer o sentido das criações humanas nas artes, nas ciências e na política for útil; se dar a cada um de nós e à nossa sociedade os meios para serem conscientes de si e de suas ações numa prática que deseja a liberdade e a felicidade para todos for útil, então podemos dizer que a Filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes” (Marilena Chaui).

Na foto:

Yara, Mônica, Luciana, Reginaldo e Marilena.

Estamos no Mês da Bíblia: que tal se a lermos por completo durante este mês!? – Pe. Luiz Cesar Moraes



PAZ E BEM!

Que sua Segunda feira tenha gosto de sábado à tarde, com muito Deus em sua vida.... vamos à luta.


+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 4,16-30

Naquele tempo, veio Jesus à cidade de Nazaré, onde se tinha criado. Conforme seu costume, entrou na sinagoga no sábado, e levantou-se para fazer a leitura. Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, Jesus achou a passagem em que está escrito: 'O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos e para proclamar um ano da graça do Senhor.' Depois fechou o livro, entregou-o ao ajudante, e sentou-se. Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. Então começou a dizer-lhes: 'Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir.' Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca. E diziam: 'Não é este o filho de José?' Jesus, porém, disse: 'Sem dúvida, vós me repetireis o provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Faze também aqui, em tua terra, tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum.' E acrescentou: 'Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia. E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio.' Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos. Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até ao alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício. Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.

Palavra de Salvação!

Somos também ungidos pelo Batismo e Crisma para servir, como temos vivido isto?

Meu AOB!
Pe. Luiz Cesar Moraes – Pároco da Paróquia de S. Caetano e Sant’Ana- Brazópolis/MG

1 de setembro de 2013

Nossa independência custou dois milhões de libras - Natália Pesciotta



O Brasil tornou-se devedor da Inglaterra durante muito tempo.

Engana-se quem pensa que bastou um grito para o Brasil garantir soberania como nação. Três anos de diplomacia – e muitas libras – foram necessários para que Portugal reconhecesse a nova condição da antiga colônia.

A aceitação lusitana era essencial para que o resto da Europa também respeitasse e fizesse transações comerciais com o jovem Império. Para isso, contamos com uma mão britânica – ou mais que isso.

O Tratado de Paz e Aliança, arranjado pela Inglaterra em 29 de agosto de 1825, definia que o governo brasileiro pagasse dois milhões de libras esterlinas como uma espécie de indenização à antiga metrópole. É de se imaginar quem emprestaria essa quantia para o pagamento.

No fim das contas, o dinheiro nem saiu da terra da rainha, pois Portugal já devia isso para os ingleses. A dívida foi apenas transferida e fez o império brasileiro perpetuar por um bom tempo a relação de devedor com a Inglaterra.

Almanaque Brasil