6 ANOS LEVANDO AS NOTÍCIAS DA TERRINHA QUERIDA
AQUI, FÁTIMA NORONHA TRAZ NOTÍCIAS DE SUA PEQUENA BRAZÓPOLIS, CIDADE DO SUL DE MINAS GERAIS.
AQUI, FÁTIMA NORONHA TRAZ NOTÍCIAS DE SUA PEQUENA BRAZÓPOLIS, CIDADE DO SUL DE MINAS GERAIS.
E-MAIL DE CONTATO: fatinoronha@gmail.com
18 de julho de 2010
PADRE QUINZINHO - Autor Paulo Vichi
Padre Quinzinho
Estátua fria abandonada
Numa praça bem cuidada
Não sai dali sempre a zelar
A serenata passou por ele enfeitiçada
Por uma valsa bem cantada
Dona Titi pôde escutar.
Padre Quinzinho
Numa noite indormida
Fez por bem buscar saída
Pra ver um pouco o lindo luar
Uma pedinte
Que dormia em sua escada
Noite fria está gelada
Seu cobertor deu pra ela se enrolar.
Padre Quinzinho
Foi um santo de Romaria
Antes mesmo de nascer o dia
Toda cidade estava a rezar
Sino tocava
Caminhões já estão na estrada
Nessa longa caminhada
Nossa senhora aos pés do altar.
Padre Quinzinho olhou de frente pra Nossa Senhora
Pediu a ela naquela hora
Prá este povo não abandonar
A Romaria
Depois de promessa cumprida
Caiu na estrada prá cuidá da vida
Toda a cidade estava a esperar.
Padre Quinzinho
Foi um santo mesmo em vida
Antes de sua partida
Entrou prá história pelo Altar
Se alguém pedia
Um pouquinho de farinha
Dava mais do que ele tinha
Sua despensa ninguém pôde acabar.
Padre quinzinho
Prepare aí nossa chegada
Põe de jeito a morada
Quem de Brazópolis então chegar
Na portaria
Deixa ficar Chico Rezende
No controle Miguel Mendes
A porteira do céu destramelar.
SP-Brazópolis – 19/07/88
17 de julho de 2010
O LEITE E O VINHO - Alfredo de Noronha
Certa vez, não sei bem onde,
O leite, muito branquinho,
Discutia amargurado
Com o outro líquido – o vinho.
_A vida tem dessas coisas,
dizia o leite magoado,
eu, que sou bom alimento,
vivo sempre desprezado!
Em lata suja, bem suja,
Ou em garrafa quebrada,
Sou conduzido sem rótulo,
Sem selo, tampa, sem nada!
Nos armários das cozinhas
E nas taipas dos fogões,
Pelos cantos atirado,
Vivo sempre aos trambolhões!
No entanto, sou alimento
Portador da própria vida...
Vê-se pois que a humanidade
Não me é reconhecida.
E tu vinho fidalgo,
E tu, vinho perverso,
Dizei também qualquer coisa,
Ó perdição do universo!
Por tua causa, ó malvado,
Quantas famílias sem pão!
Quantos coitados soluçam,
Imersos na maldição!
Veneno, puro veneno
Que mata devagarinho,
Tu deixas, por onde passas,
Somente prantos , ó vinho!
No entanto vives garboso
No garrafão bem lacrado...
Toma parte nos banquetes,
Sendo pois, bem festejado!
Não usas tampa de palha,
Feios latões gordurentos,
Mas trazes sempre contigo
Martírio e sofrimentos!
Afinal, vinho maldito,
Não queres nada dizer?
Dizes também qualquer coisa,
Defende-te, quero ver!
_Tenho culpa? (Disse o vinho
com arzinho de ressaca)
de ter por mãe uma uva
e ser a tua uma vaca?
O Contador Surdo-Mudo e a Advogada - rsrss
Um chefão da Máfia descobriu que seu contador havia desviado dez milhões de dólares do caixa.
O contador era surdo-mudo e por isto fora admitido, pois nada poderia ouvir e, em caso de um eventual processo, não poderia depor como testemunha.
Quando o chefão foi dar um arrocho nele sobre os US$ 10 milhões, levou junto sua advogada, que sabia a linguagem de sinais dos surdos-mudos.
O chefão perguntou ao contador:
- Onde estão os U$ 10 milhões que você levou?
A advogada, usando a linguagem dos sinais, transmitiu a pergunta ao contador que logo respondeu (em sinais):
- Eu não sei do que vocês estão falando.
A advogada traduziu para o chefão:
- Ele disse não saber do que se trata.
O mafioso sacou uma pistola 45 e encostou-a na testa do contador, gritando:
- Pergunte a ele de novo.
A advogada, sinalizando, disse ao infeliz:
- Ele vai te matar se você não contar onde está o dinheiro.
O contador sinalizou em resposta:
- OK, vocês venceram! O dinheiro está numa valise marrom, de couro, que está enterrada no quintal da casa de meu primo Enzo, no nº 400, da Rua 26, quadra 8, no bairro Santa Marta!
O mafioso perguntou para advogada:
- O que ele disse?
A advogada respondeu:
- Ele disse que não tem medo de viado e que você não é macho o bastante para puxar o gatilho.
16 de julho de 2010
16 DE JULHO DE 1971- UM TRISTE DIA PARA SE LEMBRAR
FOTOS: Arquivo da família e de D. Nilda de Oliveira Reis


MORRE NOSSO PAI ESPIRITUAL MONSENHOR JOAQUIM DE OLIVEIRA NORONHA, O NOSSO "PE. QUINZINHO"
BIOGRAFIA:
JOAQUIM DE OLIVEIRA NORONHA
Joaquim de Oliveira Noronha, nasceu em Conceição dos Ouros, Minas Gerais, em 10.10.1897. Com apenas um ano de idade veio para São Caetano da Vargem Grande ( hoje Brazópolis) com seus pais e irmãos.
Começou sua alfabetização com o professor Alberto Noronha (Bebeto) e com a professora estadual D. Maria Sandi Dias. Ainda muito pequeno, ajudava nas despesas de casa, vendendo doces que eram feitos por D. Elisa, sua mãe . Era uma criança muito bondosa, estudiosa e humilde. Sua formação religiosa começou muito cedo. Era coroinha e tinha aulas com D. Augusto de Assis, vigário de Brazópolis. Foi escolhido, entre todos os coroinhas, para estudar no Seminário de Pouso Alegre, para onde foi em 1908, com apenas 11 anos.

Lá completou o seu curso primário, com vistas no sacerdócio. Foi para Guaxupé, retornando depois a Pouso Alegre, onde recebeu ordens maiores das mãos de D. Otávio Chagas de Miranda, Bispo de Pouso Alegre.
Em 18.09.1920 foi ordenado sacerdote, juntamente com seu grande amigo Alderige Torriani.

No dia 20.09.1921, chegou em Brazópolis para celebrar a sua primeira missa. Foi recebido por Pe. José Corrêa, vigário de Brazópolis, pelo povo, autoridades e associações religiosas com muita festa. Celebrou sua primeira missa na Capela de Nossa Senhora Aparecida.
Em 1922 foi nomeado coadjutor do vigário de Pouso Alegre, Monsenhor Furtado de Mendonça.
Em 1922 foi nomeado vigário de Delfim Moreira, onde ficou até ano seguinte sendo transferido para a Paróquia de Cambuí onde ficou por 4 anos.
Em 19.03.1927, foi transferido, por D. Otávio Chagas de Miranda, para Brazópolis onde substituiu o Cônego Herculano Moreira que foi transferido para outra paróquia . Chegou em Brazópolis às 10 horas da Manhã, sendo recebido com muita festa pelos seus conterrâneos de coração.
Em 22.01.1930 foi levado ao canonicato.
Em 18.09.58 foi levado a Monsenhor, no 38º ano de sua ordenação sacerdotal.
Em 18.09.1945, celebrou suas Bodas de Prata Sacerdotal, celebrando uma missa solene juntamente com seu amigo Cônego Alderige que também, neste mesmo dia, celebrava sua Bodas de Prata em Santa Rita do Sapucaí.
Em 18.09.1970 celebrava sua Bodas de Ouro Sacerdotal em meio a uma grande festa organizada pelos seus paroquianos. Neste dia teve a honra de receber a visita de muitos religiosos, seus amigos e também da imagem de Nossa Senhora Aparecida trazida pelo Padre Vítor.

RECEBENDO A IMAGEM DE N. S. APARECIDA

RECEBENDO A CHAVE DA CASA QUE GANHOU DE SEUS PAROQUIANOS

Foi um verdadeiro ministro de Deus. Transpirava a bondade, estava sempre pronto a ajudar quem precisasse dele. Não fazia distinção entre ricos e pobres, pretos e brancos, velhos ou crianças. Tinha sempre uma palavra amiga a todos. Participava dos problemas da cidade, e muitas vezes deixava de comer para alimentar um pobre. A casa paroquial estava sempre cheia de pessoas que lhe procuravam e eram sempre atendidos com carinho. Foi um missionário exemplar. Para ele não importava se era dia ou noite, se chovia ou fazia sol, à qualquer hora ele saía, sempre com sua batina e chapéu pretos, montado em seu cavalo Segredo, para dar a comunhão a um doente, mesmo que esse morasse há muitos quilômetros de distância. Essas suas viagens à cavalo, renderam-lhe muito problemas de coluna.
Em 16.07.1971, aos 73 anos, faleceu em um hospital de Pouso Alegre, após uma breve enfermidade.
Brazópolis pode contar com o Padre Quinzinho, como gostava de ser chamado, por 44 anos . Ele partiu para junto do Pai, mas até hoje ainda ajuda seus paroquianos sempre que algum pedido lhe é feito.
O povo de Brazópolis, hoje, trabalha para a sua canonização, mas ele já foi canonizado, há muito tempo, em nossos corações. Para nós ele sempre foi o “Santo” Padre Quinzinho.
UMA PESSOA INESQUECÍVEL
Às seis horas da manhã, tudo envolto em brumas, rangem sonolentas as portas da Matriz e a voz sonora do bronze enche os ares; uma figura magra, vestida de crepe, assoma à porta central. E, às brumas matinais se misturam as brumas de seus cabelos.
Humildemente se afeiçoara ,desde a muito, a esse serviço: primeiro abrir a igreja, depois tanger os sinos, esperando os fiéis para oficializar o ato litúrgico. Que de beleza e misticismo não havia naquelas arcadas de simetria gótica, trescalando a incenso, os vitrais colorido filtrando o sol das manhãs plenas de luz, os brancos cor de ébano, os confessionários, o gesso piedoso dos mártires da Igreja nos respectivos nichos, o carrara dos altares. Sim, o que não representaria tudo isso ao velho Pastor que fizera dali o seu mundo?
Quantas prédicas não fizera, e que não eram senão retratos do seu íntimo desapegado dos bens terrenos, e voltado à misteriosa beleza da Eternidade!
Quantas vezes encilhara a cavalgadura para ir ter a um moribundo distante ou rezar missa numa capelinha longe, bem longe, encravada nessas serras das gerais!
Quantas vezes saíra à frente doa préstitos empunhando no hábito o estandarte de Cristo, e a sua figura franzina se erguia gigantesca.
Quantos por ele não se batizaram, não se casaram, não receberam a unção final, com a mesma voz de sempre, paternal e inalterável.
À gravidade do sacerdote estava o lado anedótico, posto que na vida nem tudo é seriedade, como nem tudo risos.
Convidado a lecionar francês, no primeiro dia de aula uma pergunta capciosa de um aluno parecia desmoronar certa regra enunciada. Respondeu o professor sem titubear : ‘É, você tem razão, mas não sabe que toda regra comporta uma exceção?”
Doutra feita, esqueceu-se de dar a benção final e saiu. Saindo lembrou-se e voltou para encerrar a missa, quando quase todos já haviam saído.
Um pobre bateu-lhe à porta e pediu um par de sapatos. Como fizera anos àqueles dias, tomou do presente que recebera, justamente um par de sapatos, e deu-o ao miserável.
Suas últimas palavras em Brazópolis, quando se preparava para ir à Pouso Alegre, a fim de buscar recursos médicos, pareciam-lhe vaticinar a morte: “Esta é a última viagem que faço”. E, de fato, foi.
A morte colheu-o numa manhã fria de julho, dia 16, com 74 anos de idade e 51 de sacerdócio.
Não desejou nada além de uma morte simples, sem epitáfio.
A alma generosa do povo deu-lhe um túmulo de mármore negro, onde perenemente ardem velas votivas e se pedem graças por intermédio de sua alma que continua esparzindo suas graças e consolando os infelizes.
( Artigo publicado no jornal “Can-Can” em 14.07.1974)
ORAÇÃO PEDINDO A BEATIFICAÇÃO DO MONSENHOR JOAQUIM DE OLIVEIRA NORONHA (Padre Quinzinho)
Ó Deus. que em vossa infinita bondade, inspirastes ao Vosso servo, Monsenhor Joaquim, santo sacerdote, um grande desejo de perfeição e o cumulastes de tantas graças, concedei-me imitar sua ardente devoção ao Sagrado Coração de Jesus, seu espírito de sacrifício, seu zelo pelas Vocações Sacerdotais, seu amor à Igreja e a Jesus Eucarístico e, especialmente, sua devoção filial à Maria Santíssima.
Senhor, nós vos pedimos, que ele seja glorificado pela Santa Igreja e que, por sua intercessão, possamos alcançar as graças, que solicitamos.
Por Jesus Cristo, Vosso Filho e Senhor Nosso, na unidade do Espírito Santo.
Amém.
Sagrado Coração de Jesus, eu tenho confiança em Vós!
Doce Coração de Maria, sede a nossa Salvação!
Pai Nosso - Ave Maria - Glória ao Pai.
(+João Bergese, Arcebispo Metropolitano de Pouso Alegre - MG)


MORRE NOSSO PAI ESPIRITUAL MONSENHOR JOAQUIM DE OLIVEIRA NORONHA, O NOSSO "PE. QUINZINHO"
BIOGRAFIA:
JOAQUIM DE OLIVEIRA NORONHA
Joaquim de Oliveira Noronha, nasceu em Conceição dos Ouros, Minas Gerais, em 10.10.1897. Com apenas um ano de idade veio para São Caetano da Vargem Grande ( hoje Brazópolis) com seus pais e irmãos.
Começou sua alfabetização com o professor Alberto Noronha (Bebeto) e com a professora estadual D. Maria Sandi Dias. Ainda muito pequeno, ajudava nas despesas de casa, vendendo doces que eram feitos por D. Elisa, sua mãe . Era uma criança muito bondosa, estudiosa e humilde. Sua formação religiosa começou muito cedo. Era coroinha e tinha aulas com D. Augusto de Assis, vigário de Brazópolis. Foi escolhido, entre todos os coroinhas, para estudar no Seminário de Pouso Alegre, para onde foi em 1908, com apenas 11 anos.

Lá completou o seu curso primário, com vistas no sacerdócio. Foi para Guaxupé, retornando depois a Pouso Alegre, onde recebeu ordens maiores das mãos de D. Otávio Chagas de Miranda, Bispo de Pouso Alegre.
Em 18.09.1920 foi ordenado sacerdote, juntamente com seu grande amigo Alderige Torriani.

No dia 20.09.1921, chegou em Brazópolis para celebrar a sua primeira missa. Foi recebido por Pe. José Corrêa, vigário de Brazópolis, pelo povo, autoridades e associações religiosas com muita festa. Celebrou sua primeira missa na Capela de Nossa Senhora Aparecida.
Em 1922 foi nomeado coadjutor do vigário de Pouso Alegre, Monsenhor Furtado de Mendonça.
Em 1922 foi nomeado vigário de Delfim Moreira, onde ficou até ano seguinte sendo transferido para a Paróquia de Cambuí onde ficou por 4 anos.
Em 19.03.1927, foi transferido, por D. Otávio Chagas de Miranda, para Brazópolis onde substituiu o Cônego Herculano Moreira que foi transferido para outra paróquia . Chegou em Brazópolis às 10 horas da Manhã, sendo recebido com muita festa pelos seus conterrâneos de coração.
Em 22.01.1930 foi levado ao canonicato.
Em 18.09.58 foi levado a Monsenhor, no 38º ano de sua ordenação sacerdotal.
Em 18.09.1945, celebrou suas Bodas de Prata Sacerdotal, celebrando uma missa solene juntamente com seu amigo Cônego Alderige que também, neste mesmo dia, celebrava sua Bodas de Prata em Santa Rita do Sapucaí.
Em 18.09.1970 celebrava sua Bodas de Ouro Sacerdotal em meio a uma grande festa organizada pelos seus paroquianos. Neste dia teve a honra de receber a visita de muitos religiosos, seus amigos e também da imagem de Nossa Senhora Aparecida trazida pelo Padre Vítor.

RECEBENDO A IMAGEM DE N. S. APARECIDA

RECEBENDO A CHAVE DA CASA QUE GANHOU DE SEUS PAROQUIANOS

Foi um verdadeiro ministro de Deus. Transpirava a bondade, estava sempre pronto a ajudar quem precisasse dele. Não fazia distinção entre ricos e pobres, pretos e brancos, velhos ou crianças. Tinha sempre uma palavra amiga a todos. Participava dos problemas da cidade, e muitas vezes deixava de comer para alimentar um pobre. A casa paroquial estava sempre cheia de pessoas que lhe procuravam e eram sempre atendidos com carinho. Foi um missionário exemplar. Para ele não importava se era dia ou noite, se chovia ou fazia sol, à qualquer hora ele saía, sempre com sua batina e chapéu pretos, montado em seu cavalo Segredo, para dar a comunhão a um doente, mesmo que esse morasse há muitos quilômetros de distância. Essas suas viagens à cavalo, renderam-lhe muito problemas de coluna.
Em 16.07.1971, aos 73 anos, faleceu em um hospital de Pouso Alegre, após uma breve enfermidade.
Brazópolis pode contar com o Padre Quinzinho, como gostava de ser chamado, por 44 anos . Ele partiu para junto do Pai, mas até hoje ainda ajuda seus paroquianos sempre que algum pedido lhe é feito.
O povo de Brazópolis, hoje, trabalha para a sua canonização, mas ele já foi canonizado, há muito tempo, em nossos corações. Para nós ele sempre foi o “Santo” Padre Quinzinho.
UMA PESSOA INESQUECÍVEL
Às seis horas da manhã, tudo envolto em brumas, rangem sonolentas as portas da Matriz e a voz sonora do bronze enche os ares; uma figura magra, vestida de crepe, assoma à porta central. E, às brumas matinais se misturam as brumas de seus cabelos.
Humildemente se afeiçoara ,desde a muito, a esse serviço: primeiro abrir a igreja, depois tanger os sinos, esperando os fiéis para oficializar o ato litúrgico. Que de beleza e misticismo não havia naquelas arcadas de simetria gótica, trescalando a incenso, os vitrais colorido filtrando o sol das manhãs plenas de luz, os brancos cor de ébano, os confessionários, o gesso piedoso dos mártires da Igreja nos respectivos nichos, o carrara dos altares. Sim, o que não representaria tudo isso ao velho Pastor que fizera dali o seu mundo?
Quantas prédicas não fizera, e que não eram senão retratos do seu íntimo desapegado dos bens terrenos, e voltado à misteriosa beleza da Eternidade!
Quantas vezes encilhara a cavalgadura para ir ter a um moribundo distante ou rezar missa numa capelinha longe, bem longe, encravada nessas serras das gerais!
Quantas vezes saíra à frente doa préstitos empunhando no hábito o estandarte de Cristo, e a sua figura franzina se erguia gigantesca.
Quantos por ele não se batizaram, não se casaram, não receberam a unção final, com a mesma voz de sempre, paternal e inalterável.
À gravidade do sacerdote estava o lado anedótico, posto que na vida nem tudo é seriedade, como nem tudo risos.
Convidado a lecionar francês, no primeiro dia de aula uma pergunta capciosa de um aluno parecia desmoronar certa regra enunciada. Respondeu o professor sem titubear : ‘É, você tem razão, mas não sabe que toda regra comporta uma exceção?”
Doutra feita, esqueceu-se de dar a benção final e saiu. Saindo lembrou-se e voltou para encerrar a missa, quando quase todos já haviam saído.
Um pobre bateu-lhe à porta e pediu um par de sapatos. Como fizera anos àqueles dias, tomou do presente que recebera, justamente um par de sapatos, e deu-o ao miserável.
Suas últimas palavras em Brazópolis, quando se preparava para ir à Pouso Alegre, a fim de buscar recursos médicos, pareciam-lhe vaticinar a morte: “Esta é a última viagem que faço”. E, de fato, foi.
A morte colheu-o numa manhã fria de julho, dia 16, com 74 anos de idade e 51 de sacerdócio.
Não desejou nada além de uma morte simples, sem epitáfio.
A alma generosa do povo deu-lhe um túmulo de mármore negro, onde perenemente ardem velas votivas e se pedem graças por intermédio de sua alma que continua esparzindo suas graças e consolando os infelizes.
( Artigo publicado no jornal “Can-Can” em 14.07.1974)
ORAÇÃO PEDINDO A BEATIFICAÇÃO DO MONSENHOR JOAQUIM DE OLIVEIRA NORONHA (Padre Quinzinho)
Ó Deus. que em vossa infinita bondade, inspirastes ao Vosso servo, Monsenhor Joaquim, santo sacerdote, um grande desejo de perfeição e o cumulastes de tantas graças, concedei-me imitar sua ardente devoção ao Sagrado Coração de Jesus, seu espírito de sacrifício, seu zelo pelas Vocações Sacerdotais, seu amor à Igreja e a Jesus Eucarístico e, especialmente, sua devoção filial à Maria Santíssima.
Senhor, nós vos pedimos, que ele seja glorificado pela Santa Igreja e que, por sua intercessão, possamos alcançar as graças, que solicitamos.
Por Jesus Cristo, Vosso Filho e Senhor Nosso, na unidade do Espírito Santo.
Amém.
Sagrado Coração de Jesus, eu tenho confiança em Vós!
Doce Coração de Maria, sede a nossa Salvação!
Pai Nosso - Ave Maria - Glória ao Pai.
(+João Bergese, Arcebispo Metropolitano de Pouso Alegre - MG)
15 de julho de 2010
MARIA ALICE CHEGOU!!!
PARA A ALEGRIA DA GAROTINHA MARIA CLARA, DIA 1º DE JULHO DE 2010, NASCEU SUA IRMÃZINHA MARIA ALICE, FILHA DE RONNIE NORONHA RENO E PATRICIA COSTA RENO. MARIA ALICE É NETA DE JOSÉ RENÓ E DA SAUDOSA MARIA JOSÉ E DE REGINA E DILERMANDO CINTRA COSTA. QUEM TAMBÉM ESBANJA ALEGRIA É A BISAVÓ BERNADETH CINTRA COSTA.
PARABÉNS AOS PAIS, AVÓS, BISAVÓ E À IRMÃZINHA MARIA CLARA QUE AGORA TEM UMA COMPANHEIRINHA PARA BRINCAR.
FELICIDADES MARIA ALICE! QUE VOCÊ CRESÇA COM MUITA SAÚDE E SEJA MUITO FELIZ! QUE DEUS A ABENÇÕE!
POEMA: Mágoa- Zezé Noronha
Eu trago os pés feridos e a alma cansada,
Não encontrei, na vida, mais que espinho;
Sentindo sempre a noite enluarada,
E marcando com sangue o meu caminho.
Pouco importa a angústia da jornada,
Pois terei que seguí-la, tão sozinho,
Sabendo que trago a alma desgraçada,
Sonhando com a ventura e com carinho.
E quanta gente afinal, vou encontrando,
Que passa a vida toda gargalhando,
Só encontrando flores pela vida.
E conformar com as mágoas deste mundo,
E gargalhar, também, tendo no fundo,
O sonho morto e a ilusão perdida.
MUNDIAL SUB-20 DE FUTEBOL FEMININO

Brasil estréia com derrota no Mundial sub-20 feminino na Alemanha.
Seleção precisa, agora, vencer seus próximos dois compromissos para se classificar para as quartas do torneio
A seleção brasileira feminina sub-20, da brazopolense Débora. A equipe comandada pelo técnico Marcos Gaspar perdeu por 1 a 0 para a Coréia do Norte.
Os próximos jogos serão amanhã, dia 16, às 10 h da manhã, e dia 20 (terça-feira)às 9;30h pelo SPORTV. VAMOS TORCER!!!
Sobre a decisão de retirarem a Cruz dos lugares público Frade fala em nome de todos os cristãos.
Sou Padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas..
Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião.
A Cruz deve ser retirada !
Nunca gostei de ver a Cruz em tribunais, onde os pobres tem menos direitos que os ricos e onde sentenças são vendidas e compradas.
Não quero ver a Cruz nas Câmaras Legislativas, onde a corrupção é a moeda mais forte.
Não quero ver a Cruz em delegacias, cadeias e quarteis, onde os
pequenos são constrangidos e torturados.
Não quero ver a Cruz em prontos-socorros e hospitais, onde pessoas
(pobres) morrem sem atendimento.
É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não abençoa a sórdida política brasileira, causa da desgraça dos pequenos e pobres.
Frade Demetrius dos Santos Silva - São Paulo/SP
Wilson Luiz Negrini de Carvalho fala sobre Brazópolis em seu blog
http://motoamizade.blogspot.com
( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho




Saí depois do almoço para dar uma volta de moto.
Estava frio e eu estava quase voltando para casa, mas não sei por quê, resolvi continuar.
Em meus passeios pelo Sul de Minas Gerais, estou indo cada vez mais longe e o passeios, obviamente, estão sendo mais demorados e cansativos.
Hoje resolvi conhecer Brazópolis (MG).
Em 1803, começou a se formar na região, um núcleo de habitantes chamado Bom Sucesso. Em 1812 começa a ser construída a Capela da Laje e em 1838 é construída a Capela de Sant'Ana. Algum tempo depois torna-se a freguesia de São Caetano da Vargem Grande. Em 1901 torna-se município chamado de Vila de São Caetano da Vargem Grande e em 1909, passa a se chamar Vila Braz, em homenagem a um famoso cidadão local chamado Francisco Braz Pereira Gomes. Um de seus descendentes foi Wenceslau Braz, presidente da república de 1914 a 1918. EM 1923, torna-se a cidade de Brazópolis.
Atualmente, Brazópolis tem cerca de 15 mil habitantes. A agropecuária é a principal atividade econômica.
Cidade típica do interior, Brazópolis é bem tranqüila, pacata. Se você está querendo fugir do "stress" do dia-a-dia, Brazópolis é um bom local para se passar alguns dias.
Cheguei na cidade por volta de 14:30 horas e apesar do sol estar forte, fazia um pouco de frio. Fui direto para a praça onde fica a Igreja Matriz de São Caetano (construção inicial em 1847 e reforma em 1928). Entrei, fiquei alguns instantes por lá, tirei algumas fotos (a igreja tem lindos vitrais) e depois fui dar umas voltas pela cidade para ver o que tinha. Dei uma passada em outra igreja, Nossa Senhora de Aparecida, mas estava fechada. Tive a oportunidade de conhecer um morador local que contou alguns fatos interessantes da história da cidade.
Na minha percepção, os pontos turísticos de maior interesse em Brazópolis são a Igreja Matriz de São Caetano, a Academia Brazopolense de Letras e História (chamado de "Castelinho", que é também um museu), a Pedra da Cruz para os que gostam de escalada e o Pico dos Dias, com pouco mais de 1800 metros de altura, onde encontra-se um observatório do laboratório nacional de astrofísica. Tem um local onde o pessoal salta de asa delta ms eu não cheguei a ir até lá. Fica para uma próxima vez. A paisagem da região é magnífica.
Não posso deixar de destacar algo que achei no mínimo engraçado, o nome de uma sorveteria, UAICE CREAM com o "slogan" É DE MINAS UAI. Inteligente e criativo.
(...)
http://motoamizade.blogspot.com
( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho
( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho




Saí depois do almoço para dar uma volta de moto.
Estava frio e eu estava quase voltando para casa, mas não sei por quê, resolvi continuar.
Em meus passeios pelo Sul de Minas Gerais, estou indo cada vez mais longe e o passeios, obviamente, estão sendo mais demorados e cansativos.
Hoje resolvi conhecer Brazópolis (MG).
Em 1803, começou a se formar na região, um núcleo de habitantes chamado Bom Sucesso. Em 1812 começa a ser construída a Capela da Laje e em 1838 é construída a Capela de Sant'Ana. Algum tempo depois torna-se a freguesia de São Caetano da Vargem Grande. Em 1901 torna-se município chamado de Vila de São Caetano da Vargem Grande e em 1909, passa a se chamar Vila Braz, em homenagem a um famoso cidadão local chamado Francisco Braz Pereira Gomes. Um de seus descendentes foi Wenceslau Braz, presidente da república de 1914 a 1918. EM 1923, torna-se a cidade de Brazópolis.
Atualmente, Brazópolis tem cerca de 15 mil habitantes. A agropecuária é a principal atividade econômica.
Cidade típica do interior, Brazópolis é bem tranqüila, pacata. Se você está querendo fugir do "stress" do dia-a-dia, Brazópolis é um bom local para se passar alguns dias.
Cheguei na cidade por volta de 14:30 horas e apesar do sol estar forte, fazia um pouco de frio. Fui direto para a praça onde fica a Igreja Matriz de São Caetano (construção inicial em 1847 e reforma em 1928). Entrei, fiquei alguns instantes por lá, tirei algumas fotos (a igreja tem lindos vitrais) e depois fui dar umas voltas pela cidade para ver o que tinha. Dei uma passada em outra igreja, Nossa Senhora de Aparecida, mas estava fechada. Tive a oportunidade de conhecer um morador local que contou alguns fatos interessantes da história da cidade.
Na minha percepção, os pontos turísticos de maior interesse em Brazópolis são a Igreja Matriz de São Caetano, a Academia Brazopolense de Letras e História (chamado de "Castelinho", que é também um museu), a Pedra da Cruz para os que gostam de escalada e o Pico dos Dias, com pouco mais de 1800 metros de altura, onde encontra-se um observatório do laboratório nacional de astrofísica. Tem um local onde o pessoal salta de asa delta ms eu não cheguei a ir até lá. Fica para uma próxima vez. A paisagem da região é magnífica.
Não posso deixar de destacar algo que achei no mínimo engraçado, o nome de uma sorveteria, UAICE CREAM com o "slogan" É DE MINAS UAI. Inteligente e criativo.
(...)
http://motoamizade.blogspot.com
( Texto e fotos : Wilson Luiz Negrini de Carvalho
14 de julho de 2010
FOTO: BONS TEMPOS
Arquivo de D. Nilda de Oliveira Reis
NO ALTO: MARIA E ELISINHA NORONHA, JOSÉ FERNANDES.
EM BAIXO: REGINA NORONHA ROSA, ZILDA VIZOTTO E NILDA REIS
CARTA ASSUTADORA A UM PAI
O pai entra no quarto do filho e encontra um envelope endereçado a ele. Temendo o pior, lê o bilhete:
“ Pai, este bilhete é pra lhe informar que estou fugindo com meu novo namorado, Juan, um Argentino muito lindo que conheci. Estou apaixonado por ele. Ele é muito gato, com todos aqueles 'piercings', tatuagens e aquela super moto BMW que tem. Mas não é só por isso, descobri que não gosto de jeito nenhum de mulheres e, como sei que o senhor nunca admitiria isso,decidi fugir com ele e ser feliz com Juan no 'trailer' dele.
Aprendi com ele que maconha é ótima, uma coisa natural, que não faz mal a ninguém, e ele garante que no nosso pequeno lar não vai faltar marijuana.
Juan acha que eu, os filhos que vamos adotar e todos os nossos amigos 'gays' vamos viver, todos juntos, em perfeita harmonia.
Não se preocupe pai, eu já sei me cuidar, apesar dos meus 15 anos, já tive várias experiências com outros caras e tenho certeza que Juan é o homem da minha vida.
Um dia eu volto, para que o senhor e a mamãe conheçam Juan e os nossos filhos. Um grande abraço e até algum dia.
De seu filho, com amor.”
O pai, sentindo que vai desmaiar continua lendo.
'PS: Pai, não se assuste, é tudo mentira!!!
Estou na casa da Priscila, nossa vizinha gostosa. Só queria mostrar pro senhor que existem coisas muito piores do que as notas vermelhas do meu boletim, que está na primeira gaveta.
Abraços,
SEU FILHO BURRO, MAS MUITTO MACHO!!!
“ Pai, este bilhete é pra lhe informar que estou fugindo com meu novo namorado, Juan, um Argentino muito lindo que conheci. Estou apaixonado por ele. Ele é muito gato, com todos aqueles 'piercings', tatuagens e aquela super moto BMW que tem. Mas não é só por isso, descobri que não gosto de jeito nenhum de mulheres e, como sei que o senhor nunca admitiria isso,decidi fugir com ele e ser feliz com Juan no 'trailer' dele.
Aprendi com ele que maconha é ótima, uma coisa natural, que não faz mal a ninguém, e ele garante que no nosso pequeno lar não vai faltar marijuana.
Juan acha que eu, os filhos que vamos adotar e todos os nossos amigos 'gays' vamos viver, todos juntos, em perfeita harmonia.
Não se preocupe pai, eu já sei me cuidar, apesar dos meus 15 anos, já tive várias experiências com outros caras e tenho certeza que Juan é o homem da minha vida.
Um dia eu volto, para que o senhor e a mamãe conheçam Juan e os nossos filhos. Um grande abraço e até algum dia.
De seu filho, com amor.”
O pai, sentindo que vai desmaiar continua lendo.
'PS: Pai, não se assuste, é tudo mentira!!!
Estou na casa da Priscila, nossa vizinha gostosa. Só queria mostrar pro senhor que existem coisas muito piores do que as notas vermelhas do meu boletim, que está na primeira gaveta.
Abraços,
SEU FILHO BURRO, MAS MUITTO MACHO!!!
13 de julho de 2010
RADIO BRAZÓPOLIS FAZ ANIVERSÁRIO
Arquivo Nilda oliveira Reis
MÊS DE JUNHO DE 1951, DIA 14, FOI UM GRANDE MARCO PARA NOSSA BRAZÓPOLIS. NESTA DATA, TODO O POVO OUVIA COM ORGULHO A VOZ DE DÉOCLÉCIO CAMPOS CARIDADES: “ ALÔ BRAZÓPOLIS, ALÔ MINAS GERAIS, AQUI FALA, PELA PRIMEIRA, A ZYV 26 – RÁDIO DIFUSORA BRAZÓPOLIS, OPERANDO EM 1.110 QUILOCICLOS". ESTE DIA PÔDE ACONTECER GRAÇAS AO ESFORÇO DE UM GRUPO, ENCABEÇADO POR PEDRO GOMES NETO, NENZITO FARIA, JOSÉ MACHADO DE SOUZA E OUTROS.
OBTIDA A NECESSÁRIA AUTORIZAÇÃO DO MINISTÉRIO DA VIAÇÃO E OBRAS PÚBLICAS, EM ABRIL DE 1951 A RÁDIO DIFUSORA BRAZÓPOLIS PASSOU A FUNCIONAR EM CARÁTER EXPERIMENTAL E EM 14 DE JUNHO ACONTECEU A INAUGURAÇÃO OFICIAL, COM A PRESENÇA DE GRANDE NÚMERO DE BRAZOPOLENSE E BENÇÃO DADA PELO MONSENHOR QUINZINHO.
NA ÉPOCA SUA PROGRAMAÇÃO ERA MUITO VARIADA: DESFILE DE VALSAS; HORA SOCIAL; HORA DO TANGO; HORA SOCIAL; HORA DA AVE MARIA; TRANSMISSÃO AO VIVO DE FUTEBOL AOS DOMINGOS; RÁDIO NOVELA. HAVIA TAMBÉM DOIS PROGRAMAS DE AUDITÓRIO, COM HUMORISMO, CANTORES, CALOUROS E SORTEIOS.
EM 1990, APÓS UM PERÍODO SEM FUNCIONAR A RÁDIO FOI VENDIDA E VOLTOU AO AR COM RADIO CIDADE.
HOJE É EMISSORA DO GRUPO GERALDO MAGNO DE COMUNICAÇÕES E ESTÁ SOB O COMENDO DE ANTÓNIO DE VASCONCELOS "VASQUINHO".
PROGRAMA MODA DE VIOLA EM 1962 SOB A DIREÇÃO DE JOSÉ FERNANDES DOS REIS, ENTÃO DIRETOR DA RÁDIO.
1961- Ladeira Santos Lima - Programa ao vivo em comemoração dos 10 anos de fundação da Rádio Difusora Brazópolis.
ORIGEM DA EXPRESSÃO : Casa da Mãe Joana
A expressão se deve a Joana, rainha de Nápoles e condessa de Provença que viveu na Idade Média entre 1326 e 1382. Em 1346, a mesma se refugiou em Avignon, na França.
Aos 21 anos, Joana regulamentou os bordéis da cidade onde vivia refugiada. Uma das normas dizia: "o lugar terá uma porta por onde todos possam entrar." Transposta para Portugal, a expressão "paço-da-mãe-joana" virou sinônimo de prostíbulo. Trazida para o Brasil, o termo paço, por não ser da linguagem popular, foi substituído por casa. Assim, "casa-da-mãe-joana" passou a servir para indicar o lugar ou situação em que cada um faz o que quer, onde impera a desordem e a desorganização.
Aos 21 anos, Joana regulamentou os bordéis da cidade onde vivia refugiada. Uma das normas dizia: "o lugar terá uma porta por onde todos possam entrar." Transposta para Portugal, a expressão "paço-da-mãe-joana" virou sinônimo de prostíbulo. Trazida para o Brasil, o termo paço, por não ser da linguagem popular, foi substituído por casa. Assim, "casa-da-mãe-joana" passou a servir para indicar o lugar ou situação em que cada um faz o que quer, onde impera a desordem e a desorganização.
FOTO:ENTRADA DA CIDADE 1967
Arquivo D.Nilda Oliveira Reis.
ENTRADA DO ALTO DA APARECIDA, EM 1967, QUANDO O LUGAR ESTAVA SENDO PREPARADO PARA A CONSTRUÇÃO DO TREVO DE ENTRADA E CALÇAMENTO DA AVENIDA DR. TRANCREDO NEVES (AV. DO HOSPITAL).
ENTRADA DO ALTO DA APARECIDA, EM 1967, QUANDO O LUGAR ESTAVA SENDO PREPARADO PARA A CONSTRUÇÃO DO TREVO DE ENTRADA E CALÇAMENTO DA AVENIDA DR. TRANCREDO NEVES (AV. DO HOSPITAL).
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