6 ANOS LEVANDO AS NOTÍCIAS DA TERRINHA QUERIDA

AQUI, FÁTIMA NORONHA TRAZ NOTÍCIAS DE SUA PEQUENA BRAZÓPOLIS, CIDADE DO SUL DE MINAS GERAIS.

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3 de janeiro de 2011

Mercado da construção civil aquecido no Vale do Paraíba - Falta mão-de-obra

Cecília Polycarpo -AGÊNCIA BOM DIA

Atenção trabalhador: sobram vagas de emprego no mercado de construção civil em São José e em Taubaté. A mão-de-obra escassa e a grande quantidade de empreendimentos novos na região são os principais motivos para a falta de oferta de trabalhadores qualificados na área.

“São José vive hoje seu melhor momento no mercado de construção civil. O ano de 2010 fechou com um crescimento recorde de 11% no setor”, explicou Cleber Córdoba, presidente da Aconvap (Associação das Construtoras do Vale do Paraíba). São 122 empreendimentos novos na cidade, que significam 12.384 novas unidades habitacionais e comerciais.

Oportunidades /O mineiro de Brazópolis, Lázaro Antônio de Oliveira, trabalha há mais de 30 anos no ramo da construção civil, desde que mudou para São José. Começou como ajudante de pedreiro e hoje exerce a função de encarregado de obras. “Para crescer no ramo tem que mostrar serviço. O que mais falta é pedreiro bom, mas os que se dão bem chegam a ganhar mais de R$ 2.000 por mês. O que não falta são oportunidades”, disse Oliveira.

E o que não falta é trabalho para Bruno Emanoel Guedes, 32 anos, pedreiro há cinco. “Trabalho de segunda a domingo. Sou contratado de uma empreiteira e ainda faço vários serviços por fora”, disse o pedreiro, que pela primeira vez não vai ter férias em janeiro.

Taubaté/O diretor regional do Sinduscon (Sindicato das Indústrias da Construção Civil, José Roberto Alves, afirmou que Taubaté também vive um “boom” na área e que o setor é uma boa oportunidade para ingressar no mercado de trabalho. “A construção civil em Taubaté ‘acolhe’ quem está começando a trabalhar e também pessoas que migram de outras regiões”, disse.

POR ONDE ANDA VOCÊ? Diógenes Martins Gonçalves

Seus pais: Maria José Martins Gonçalves e Antonio Gonçalves Gonçalves (Polaco)

Quando foi embora de Brazópolis? Da última vez foi em Janeiro de 2008

Quantos anos tinha? 26

Deixou parentes aqui? Quais?

sim: pais irmãos, sobrinhos, tios e primos.

Por que deixou a cidade? Passei num concurso, oportunidade de trabalho e salário melhor.

Onde mora hoje? São Sebastião, litoral norte de SP

O que faz aí? Sou funcionário público, Trabalho na Secretaria da Saúde Municipal, também participo de outras atividades como Violoncelista da Camerata de São Sebastião.

Com que freqüência visita Brazópolis? Ao menos uma vez por mês.

Do que mais sente saudades? Família e Amigos.

Pretende voltar a morar aqui um dia? Morar não, mas ter um lugar meu aí num cantinho que eu possa ir sempre que quiser/puder.

O que Brazópolis representa pra você? Um lugar em que eu passei bons momentos, tenho boas lembranças, mas não ofereceu condições para que eu permanecesse, já que surgiram novas oportunidades.

Cite uma coisa ruim daqui: Politicagem. é ruim em todo lugar.

Cite uma coisa boa: Tudo, o ar, o cheiro da terra, o frio, os morros e uma grande parte da população.

Cite uma pessoa do passado de Brazópolis que você admira: Eu sempre achei interessante o trabalho do Sr. Deoclécio,com aqueles filmes antigos e documentários...ele conseguiu guardar grande parte da historia da cidade e deixou isso pras próximas gerações.

Cite uma pessoa do presente que você admira: Fátima Noronha, com o blog/jornal..deixa a gente que mora longe informado sobre tudo que acontece no Braz!

Deixe uma mensagem aos brazopolenses.

TODO PODER EMANA DO POVO E EM SEU NOME SERÁ EXERCIDO.

A cidade só crescerá (em todos os sentidos) se a mente da população se abrir e crescer.

Coleta de lixo eletrônico





Não descarte seu lixo eletrônico em qualquer lugar. Você pode entregá-lo no Box 29 no Mercado Municipal , no “Uai Ciber Café” , na sede do Curupira e na Usina de Receptação de R.S.U ..
Veja os perigos do lixo eletrônicos em:
http://ajaneladobraz.blogspot.com/2010/12/projeto-curupira-faz-convenio-para.html

PRESERVE O MEIO AMBIENTE - NÃO USE SACOLINHAS PLÁSTICA

PREFIRA AS SACOLAS ECOLÓGICAS

3 Razões Ecológicas Para Não Usar Sacolas Plásticas

1. Sacolas plásticas tradicionais são feitos de petróleo, recurso não-renovável e cuja exploração e refino trazem danos ao meio-ambiente – às vezes, em proporções catastróficas, como os derramamentos de óleo que destroem fauna e flora em largas extensões.

2. Sacolas de plásticas descartadas demoram cerca de 500 anos até serem decompostos pela ação da natureza. Enquanto isso, vão se acumulando em bueiros – contribuindo para as enchentes em áreas urbanas , aterros e cursos d'água. Além disso, matam animais por sufocamento.

3. Sacolas plásticas não embalam somente suas compras. Descartadas incorretamente, embrulham lixo que poderia se decompor muito mais rapidamente em contato direto com o ambiente.

A saudade dos presépios cheios de unção católica

Eis um artigo tocante sobre o Natal publicado num jornal que com freqüência vem carregado de notícias em sentido oposto:

MENINO, LÁ EM MINAS , eu tinha inveja dos católicos. Eu era protestante sem saber o que fosse isso. Sabia que, pelo Natal, a gente armava árvores com flocos de algodão imitando neve que não sabíamos o que fosse. Já os católicos faziam presépios.

Os pinheiros eram bonitos, mas não me comoviam como o presépio: uma estrela no céu, uma cabaninha na terra coberta de sapé, Maria, José, os pastores, ovelhas, vacas, burros, misturados com reis e anjos numa mansa tranqüilidade, os campos iluminados com a glória de Deus, milhares de vagalumes acendendo e apagando suas luzes, tudo por causa de uma criancinha.

A contemplação de uma criancinha amansa o universo. O Natal anuncia que o universo é o berço de uma criança.

Até os católicos mais humildes faziam um presépio. As despidas salas de visita se transformavam em lugares sagrados.

As casas ficavam abertas para quem quisesse se juntar aos reis, pastores e bichos. E nós, meninos, pés descalços, peregrinávamos de casa em casa, para ver a mesma cena repetida e beijar a fita.

Nós fazíamos os nossos próprios presépios. Os preparativos começavam bem antes do Natal. Enchíamos latas vazias de goiabada com areia, e nelas semeávamos alpiste ou arroz. Logo os brotos verdes começavam a aparecer. O cenário do nascimento do Menino Jesus tinha de ser verdejante.

Sobre os brotos verdes espalhávamos bichinhos de celulóide. Naquele tempo ainda não havia plástico. Tigres, leões, bois, vacas, macacos, elefantes, girafas.

Sem saber, estávamos representando o sonho do profeta que anunciava o dia em que os leões haveriam de comer capim junto com os bois e as crianças haveriam de brincar com as serpentes venenosas.

A estrebaria, nós mesmos a fazíamos com bambus. E as figuras que faltavam, nós as completávamos artesanalmente com bonequinhos de argila.

Tinha também de haver um laguinho onde nadavam patos e cisnes, que se fazia com um pedaço de espelho quebrado. Não importava que os patos fossem maiores que os elefantes. No mundo mágico tudo é possível. Era uma cena "naïve". Um presépio verdadeiro tem de ser infantil.

E as figuras mais desproporcionais nessa cena tranqüila éramos nós mesmos. Porque, se construímos o presépio, era porque nós mesmos gostaríamos de estar dentro da cena. (Não é possível estar dentro da árvore!).

Éramos adoradores do Menino, juntamente com os bichos, as estrelas, os reis e os pastores.

Será que essa estória aconteceu de verdade? Foi daquele jeito descrito pelas escrituras sagradas?

As crianças sabem que isso é irrelevante. Elas ouvem a estória e a estória acontece de novo. Não querem explicações. Não querem interpretações. A beleza da estória lhes basta.

O belo é verdadeiro. Os teólogos que fiquem longe do presépio. Suas interpretações complicam o mundo.

O presépio nos faz querer "voltar para lá, para esse lugar onde as coisas são sempre assim, banhadas por uma luz antiquíssima e ao mesmo tempo acabada de nascer. Nós também somos de lá. Estamos encantados. Adivinhamos que somos de um outro mundo." (Octávio Paz )

Seria tão bom se os pais contassem essa estória para os seus filhos!"

Fonte: Folha de S.Paulo, 23.12.2008

REVEILLON EM BRAZÓPOLIS

Praça lotada, fogos, muita música, todos se divertindo muito...
A Banda CarnaSampa começou as animação com muito pagode dando a vez ao Serginho Axé. Jovens da cidade subiram ao palco e mostraram que os Brazopolenses também sabem dançar.
Zé Claudio deu um show de dança e foi convidado a permanecer no palco, dançando com o grupo, que encerrou o show às 3 da manhã. O povo reclamou, pois a animação era geral e ninguém queria parar de dançar.
Foi uma agradável noite, com muitos reencontros, beijos, abraços e muita animação.







*Peço desculpa aos leitores pelas poucas fotos. Minha câmera deu problema e as outras fotos não ficaram boas.

2 de janeiro de 2011

COMO A VIDA PODE SER BOA! – Renato Lôbo

Quando ela emplacou os 80, fui visitá-la. Uma festança! Rolou de tudo: Chico, Milton, Elis, Calcanhoto e umas gentes diferentes que eu nem imaginava que existissem. Para dar uma idéia aproximada da homenageada, quando lá cheguei, já deparei com ela “meia de pileque”, e quando saí, rolava o maior carnaval. E para uma idéia ainda melhor, transcrevo aqui um fragmento de conversa, com uma declaração solene da parte dela:

- Agora que alcancei a viuvez, não quero mais saber de casamento, nem morta. Agora, só quero mesmo é “ficar”!

80 anos!

Dá pra imaginar? Tia Dona era assim: a primeira dama da modernidade, para quem o pior dos pecados, o pecado mortal, o pecadão sem perdão, não era perder a virgindade, longe disso, era perder a contemporaneidade.

- Perder isso, meu filho, é muito pior que a morte! É a morte em vida.

A grande cruzada daquela vida era o presente. Uma tarde, divagando sobre o medo da inclemente passagem do tempo, ela me segredou:

- Não suporto essa bobagem de viver do passado! O que eu mais quero na vida é o futuro. Tenho tantos projetos!

80 anos!

E foi assim que ela me disse o que pensava da imensa fragilidade da existência humana – o “caniço pensante” de Pascal. Se eu tentar resumir, serei medíocre. Se tentar reproduzir, serei infiel. Se não transmitir, serei ingrato.

Observe.

A vida se divide em três trintas, disse-me ela. Você ganhou só os primeiros trinta. Com sorte, pode acrescentar (pelo menos!) duas vezes mais o saldo de entrada. Claro, que o filme pode acabar antes. Mas é um péssimo negócio. Bom mesmo é ficar até a luz do cinema acender. Para ela, na vida como no cinema, no fim, a luz sempre se acende. E o melhor de tudo é sair da sala da vida com saudade dela, como acontece no final de todo filme bom.

Vamos lá! Com sorte, a vida se divide em três trintas.

Nos primeiros trinta, a gente nasce, cresce e rala... Deus do Céu, como rala! Nos primeiros anos de vida, o que prometia ser o Jardim do Éden, na verdade, é muito mais uma agenda formal de compromissos e habilitações com o próprio desenvolvimento, enquanto morador do planeta. “Não mexe aí!”, “Reparte com seu irmão!”, “Não fura o olho dele!”, “Não põe a mão aí que é feio!”, “Não faz isso, não faz aquilo”, “Come isso, bebe aquilo, veste aquilo outro...” É preciso até aprender a fazer cocô no lugar certo! Caraca!

Pensa que terminou? Capaz! Aí vem a escola: a primeira grande explosão de novidade e a primeira exposição ao outro e a todos os sarampos, piolhos, caxumbas, brigas e esfolamentos. E provas, tarefas escolares, redações para serem lidas em pé, exercícios de matemática... Qué qué isso, minha gente!

Pensa que terminou? Aí vem o ensino médio que deveria ter o nome mudado pra “ensino tédio”. É um horror ter de repetir tudo de novo, com aqueles professores que nem bem são do andar de cima nem bem são do andar de baixo, e o pobre coitado do meio sem saber em que andar está.

E depois, a faculdade... Mas a faculdade, pelo menos, é a melhor parte desses primeiros trinta. Muita balada, muito sexo e rocknrolls. Tia Dona estava por dentro disso tudo. Lembra da contemporaneidade?

Daí, quando termina a faculdade, o sujeito tem de procurar emprego e, a menos que tenha pai rico, submeter-se a qualquer primeira coisa que apareça. E tem outra. É nessa mesma época, que irrompe um sintoma esquisito que faz todo mundo se apaixonar, acasalar e procriar. E a nem bem formada gente se apaixona e se acasala e já bem antes de bater na marca dos primeiros trinta, procria. E a prole aterrissa prolífica, prolixa e pródiga. E tudo que parecia fazer parte de um passado aterrador, recomeça outra vez: o primeiro choro, a primeira mamada, o primeiro cocô, o primeiro dente, a primeira escola, cursinho, faculdade e, lá vem de novo, o primeiro amor. Caramba! Fecha logo esses primeiros trinta!

E abra-se a cortina dos segundos trintas, os do meio, que é quando a onça vai beber água!

Ao completar trinta e uns, geralmente, o sujeito já tem um incipiente diploma, uma incipiente carreira, uma incipiente família e uma incipiente vida. Agora é que as coisas vão começar pra valer! Na década fatal, entre os 30 e os 40, cada um precisa provar a que veio. O diploma tem de virar uma boa colocação, a carreira tem de deslanchar, a casa pequena se transformar numa maior ou, quem sabe, duas, e o carro do ano passado precisa, no mínimo, virar do ano seguinte. Lá pelos 40 anos, há provas e tarefas diante das quais as do vestibular e da faculdade ficaram no chinelo. Que saudade daqueles bons tempos das aulas e da gandaia!

Soa a sinere, sinal de alerta: surgem na curva os temidos cinqüenta! À medida que eles se aproximam e, nessa, o sujeito já ganhou uma respeitável proeminência abdominal, o carrossel de ilusões começa a despencar e vai desmontando, rápido, monótono e cruel. A grande urgência dos cinqüenta anos é segurar o tempo. O grande problema é que quanto mais a gente segura, mais depressa ele escorre. Quando os famigerados sessenta batem na trave, cada um pensa que o melhor da vida já passou.

Mas aí é que ta: é mentira! É a grande mentira! Garantiu-me ela.

Quando os sessenta chegam, já na porta de entrada eles anunciam a que vieram: vieram para libertar, livrar cada sujeito das ilusões que o atulharam a vida inteira, que nem sofá velho na frente da porta. Jogar fora as ilusões, desatar o peso da vida e sua infelicidade mórbida, desfazer-se de toda inerente insegurança que ronda a efêmera existência, tornar a vida um closet-clean, essa é a grande promessa, já em parte realizada, dos sessenta. Daí pra frente, nada de deixar pra depois, nada de fazer bobagem e, sobretudo, nada de acumular tranqueira. Nenhuma! Daí pra frente, é proibido proibir(-se).

Essa é a bem-aventurança dos últimos três trinta. A partir daí, quem ganhou, ganhou. Quem perdeu, perdeu. Quem comprou, comprou. Quem vendeu, vendeu. Quem chorou, viu que lágrimas lavam. Quem sorriu, aprendeu que o riso alimenta. Quem amou, percebeu que o amor faz bem ao coração. Quem se desiludiu, descobriu que as ervas amargas consertam o estômago. E descobriu a esperança. Ô meu Deus! Adélia estava certa: "O encardido da alma, um pouco de esperança lava".Do lado de lá dessa porteira abre-se a melhor das idades: aquela em que ninguém espera mais nada de ninguém, e porque não espera mais nada, tudo alcança, tudo tem.

Até os 30, a gente não pode cumprimentar qualquer um, de qualquer jeito. Dos 30 em diante, é preciso aprender como, quando e a quem reservar a atenção. Depois dos 60, você pode dar bom dia a cavalo que não vai causar nenhum arranhão à imagem que construiu de si mesmo ou da que os outros têm de você. A gente ta nem aí. Esse é o grande segredo da aventura de atravessar os sessenta: a liberdade. De ser a si mesmo. De ter a si mesmo. De dar a si mesmo.

Pena de demore tanto! Pena que custe tanto! Pena que implique o risco tamanho de viver sem ver, de passar por aí sem notar a passagem, de atravessar a ponte e, só quando olhar atrás, perceber que desceu do lado errado do rio.

É urgente descobrir onde estamos, aonde vamos e o que fazemos...

- Porque tudo passa tão rápido, meu filho. Tão rápido! É água escorrendo pelo vão dos dedos. Concluiu ela.

E pensar que essa foi uma conversa de uma tarde, numa varanda, comendo bolo de fubá com queijo e bebendo o café que ninguém nesse mundo coava melhor que Tia Dona. O que uma tarde nos dá!

Nunca soube o nome de Tia Dona. Algo me diz que ela se chamava simplesmente Maria. Tia Dona morreu com 99 anos. Bem depois da marca do pênalti dos últimos três trinta.

LADMA AGRADECE!

A diretoria do LADMA -Lar dona Maria Adelaide- realizou uma alegre tarde de confraternização com os filhos de seus funcionários, com a presença também dos idosos.
Houve entrega de presentes, bolas, cachorro quente e sorvetes, este doação do Sr. Carlos da sorveteria Uaice cream.
Em 25 de dezembro, foi oferecido, pelas senhoras Glória Pereira Rosa, Terezinha Noronha Klinger e amigas, um almoço e no lanche um saboroso bolo oferecido pelo CF e Grupo de Gente Feliz, tudo preparado pela Sra. Selma Martins Crescêncio.
Papai Noel esteve presente mais uma vez para alegrar nossos idosos.
A diretoria do LADMA - Lar Dona Maria Adelaide- vem, através do blog "À janela", agradecer a todos que, durante o ano de 2010, estiveram presentes na instituição com suas visitas, doações, participando de movimentos financeiros e sociais, e, principalmente levando o carinho e a mão estendida a todos nossos idosos, pois "eles jamais serão como nós, mas nós seremos como eles, um dia.
Deus lhes pague e que tenham todos um "Feliz 2011", cheio de paz, saúde e muita disposição para continuarem a compartilhar da vida dos nossos idosos".
Diretoria do LADMA